quinta-feira, 15 de julho de 2010
Couro cabeludo: cuidado redobrado
Com a chegada do inverno, as doenças do couro cabeludo costumam se agravar. Cada vez mais frequentes, as caspas, a queda dos fios e a coceira são alguns dos problemas que insistem em incomodar. Por isso, durante essa estação, os cuidados precisam ser redobrados.
A dermatite seborreica, mais conhecida como caspa, é uma das doenças mais comuns na temporada. Ela acomete de 2% a 5% da população, sendo frequente no sexo masculino. Gilvan Alves, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, afirma que o problema é comum na adolescência devido a alterações hormonais. "Nessa fase, as glândulas sebáceas estão em maior atividade", comenta.
A caspa tem caráter crônico, com tendência a períodos de melhora ou piora. "No inverno, a queda da temperatura e a baixa umidade deixam a pele mais suscetível a irritações e inflamações", afirma o especialista. O estresse e o cansaço ligados ao ritmo de vida acelerado também podem ser os fatores desencadeadores da patologia. "Por se tratar de uma doença crônica, é importante o uso de medicamentos, como xampus apropriados", explica o dermatologista.
Outro problema que se agrava nessa época é a queda dos fios. A queda de cabelo afeta um grande número de pessoas e pode trazer consequências. "Ela decorre da alteração no folículo piloso. Se essa alteração não destrói a matriz capilar, os fios voltam a crescer naturalmente. Caso contrário, pode resultar na formação de feridas e acarretar uma perda permanente", alerta.
Veja algumas dicas para prevenir essas doenças. Vale destacar que o diagnóstico deve ser feito sempre por um dermatologista, que irá prescrever o melhor tratamento para cada caso.
- Lave o cabelo com água de morna para fria, com temperatura por volta de 22ºC.
- Não durma com os cabelos molhados ou úmidos.
- Use xampus adequados ao seu tipo de cabelo e condicionador apenas nas pontas.
- Não utilize produtos ou medicamentos sem orientação médica.
- Alimente-se de forma saudável, ingira água em abundância e mantenha sob controle o estresse.
- Procure um dermatologista diante de sintomas no couro cabeludo.
Fonte: Vila Mulher
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Fidelidade Premiada - Prêmio 1500 pontos
O Programa Fidelidade Premiada 1º ciclo foi um sucesso.
Como prêmio de 1500 pontos, as clientes levaram para casa uma linda adega exclusiva Pello Menos.
Segue foto de uma das ganhadoras que ficou muito feliz com o prêmio.
" A Pello Menos sempre nos surpreendendo com suas promoções. Adorei o prêmio. " Diz Carolina.
Estamos com um novo ano do Fidelidade Premiada no ar.
Novas conquistas, novos prêmios.
Não deixe de fazer o seu cadastro para participar desta promoção.
Como prêmio de 1500 pontos, as clientes levaram para casa uma linda adega exclusiva Pello Menos.
Segue foto de uma das ganhadoras que ficou muito feliz com o prêmio.
Carolina Vianna - Cliente da unidade Leblon
" A Pello Menos sempre nos surpreendendo com suas promoções. Adorei o prêmio. " Diz Carolina.
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
Como surgem os nomes dos esmaltes?
O esmalte surgiu milhares de anos atrás. No Egito, a realeza utilizava uma coloração vermelha, chamada de henna.
Na China, no século III a.C., foi inventada uma tintura para as unhas, parecido com o esmalte atual. Mas, como conhecemos hoje, só apareceu mesmo em 1925. O tom era um rosado e o estilo em que ele era aplicado era bem peculiar: o esmalte era passado somente na metade da unha, o famoso "meia-lua".
Antigo ou não, não se sabe ao certo quando cada cor ganhou um nome. O importante é que cada esmalte é apelidado de uma maneira e isso só facilita muito a nossa vida. Mas você sabe da onde vêm os nomes dos esmaltes?
Segundo o gerente de produtos da Impala, Victor Munhoz, os nomes dos esmaltes é uma combinação entre significado e cor. "Unimos a parte principal do conceito da coleção que estamos lançando com a cor de cada esmalte". Na Impala, por exemplo, os nomes são escolhidos de acordo com o conceito que a coleção quer passar para a consumidora. "Na ‘Divas’ fizemos uma pesquisa e selecionamos uma série de possíveis nomes. Depois foi feita uma triagem e excluímos aqueles que não combinavam com as cores". O resultado dessa experiência foram as 12 tonalidades, com nomes como Marylin, Jackie, Madonna, Jane, Audrey, Catherine, Brigitte, Sophia, Nicole, Charlotte, Gilda e Gisele.
Victor acredita ainda que, mesmo os nomes sendo cuidadosamente escolhidos, a cor é quem manda. "A mulher busca o esmalte pela cor. O nome ajuda muito, mas a atração é primeiramente pela cor." Por ano, a Impala lança no mercado, em média, 60 nomes diferentes de esmaltes. E são necessários pelo menos 8 meses de trabalho para o desenvolvimento de uma coleção.
A Big Universo também tenta combinar nomes e cores. A razão social da empresa surgiu por conta da paixão arrebatadora de Gilmar Leite Siqueira - dono e químico responsável pela marca - pelo universo. O sentimento foi parar nos nomes dos esmaltes, que também possuem referências astronômicas.
Clarissa Ezaki, gerente comercial da Orion Cosméticos, responsável pela distribuição dos esmaltes da Big Universo, conta que, antigamente, os nomes dos produtos eram escolhidos de acordo com a cor original. "Logo que começamos, procurávamos ligar as cores com algum elemento do universo. Por exemplo, a ‘Estrela de Antares’ tem uma cor avermelhada, então demos esse nome a um esmalte da cor vermelha".
Atualmente, Clarissa afirma que está cada vez mais difícil manter o programa inicial para a escolha dos nomes. "Agora, com 128 cores, não estamos mais conseguindo ligar o nome com a cor verdadeira, então vamos com o que achamos que combina melhor".
Mas o conceito da Big Universo continua o mesmo: colocar nomes do universo nos esmaltes. "Queremos, cada mês lançar uma cor nova, mas, com isso, fica cada vez mais difícil manter o perfil da marca", se diverte.
Mas, às vezes, a empresa recorre a algum outro elemento da natureza. "O ‘Aqua’, por exemplo, queríamos chamá-lo de ‘Poseidon’, por conta do Deus dos Mares, na mitologia grega, mas achamos o nome muito forte para a cor, então optamos por ‘Aqua’", conta. "Quanto não temos mais opções no universo, o jeito é apelar para a natureza".
Na Colorama, para os aproximadamente 30 nomes lançados por ano, o processo não é diferente dos outros. "Acompanhamos junto com nossos escritórios de Nova York e Paris as tendências de moda que estão nas passarelas e desenvolvemos as cores e o tema-conceito da campanha. E é em torno desse tema que giram os nomes dos esmaltes", afirma Adriana Garcia, Gerente de Produto de marca.
O "Rosa Chiclete", por exemplo, surgiu carregado de significado. "É um nome feminino, jovem e com uma dose suave de irreverência. Combina perfeitamente com a cor vibrante e ousada do esmalte", afirma. Além disso, podemos citar a cor "Absinto", um verde claro que remete à cor da bebida alcoólica e o "Arranha-Céu", que, segundo Adriana, foi "um nome que surgiu quase de imediato quando olhamos a cor, um cinza urbano e moderno".
Segundo ela a cor não influencia na hora da escolha, mas, com certeza, traz um ar mais charmoso e interessante ao mundo dos esmaltes. "Para a mulher brasileira, o esmalte é um acessório fundamental e, muitas vezes, a escolha da cor está relacionada com seu estado de espírito", afirma.
"A cor ‘Batom Vermelho’, por exemplo, a linha Única Camada, representa bem a busca pelo tom vermelho sedutor, assim como a ousadia de uma cor mais vibrante e arrojada é perfeitamente traduzida no nome ‘Atrevida’. Imagine que sem graça seria se no mundo colorido e divertido dos esmaltes, os nomes se limitassem a vermelho 1, 2, 3, 4...", brinca.
Fonte: Vila Mulher
Na China, no século III a.C., foi inventada uma tintura para as unhas, parecido com o esmalte atual. Mas, como conhecemos hoje, só apareceu mesmo em 1925. O tom era um rosado e o estilo em que ele era aplicado era bem peculiar: o esmalte era passado somente na metade da unha, o famoso "meia-lua".
Antigo ou não, não se sabe ao certo quando cada cor ganhou um nome. O importante é que cada esmalte é apelidado de uma maneira e isso só facilita muito a nossa vida. Mas você sabe da onde vêm os nomes dos esmaltes?
Segundo o gerente de produtos da Impala, Victor Munhoz, os nomes dos esmaltes é uma combinação entre significado e cor. "Unimos a parte principal do conceito da coleção que estamos lançando com a cor de cada esmalte". Na Impala, por exemplo, os nomes são escolhidos de acordo com o conceito que a coleção quer passar para a consumidora. "Na ‘Divas’ fizemos uma pesquisa e selecionamos uma série de possíveis nomes. Depois foi feita uma triagem e excluímos aqueles que não combinavam com as cores". O resultado dessa experiência foram as 12 tonalidades, com nomes como Marylin, Jackie, Madonna, Jane, Audrey, Catherine, Brigitte, Sophia, Nicole, Charlotte, Gilda e Gisele.
Victor acredita ainda que, mesmo os nomes sendo cuidadosamente escolhidos, a cor é quem manda. "A mulher busca o esmalte pela cor. O nome ajuda muito, mas a atração é primeiramente pela cor." Por ano, a Impala lança no mercado, em média, 60 nomes diferentes de esmaltes. E são necessários pelo menos 8 meses de trabalho para o desenvolvimento de uma coleção.
A Big Universo também tenta combinar nomes e cores. A razão social da empresa surgiu por conta da paixão arrebatadora de Gilmar Leite Siqueira - dono e químico responsável pela marca - pelo universo. O sentimento foi parar nos nomes dos esmaltes, que também possuem referências astronômicas.
Clarissa Ezaki, gerente comercial da Orion Cosméticos, responsável pela distribuição dos esmaltes da Big Universo, conta que, antigamente, os nomes dos produtos eram escolhidos de acordo com a cor original. "Logo que começamos, procurávamos ligar as cores com algum elemento do universo. Por exemplo, a ‘Estrela de Antares’ tem uma cor avermelhada, então demos esse nome a um esmalte da cor vermelha".
Atualmente, Clarissa afirma que está cada vez mais difícil manter o programa inicial para a escolha dos nomes. "Agora, com 128 cores, não estamos mais conseguindo ligar o nome com a cor verdadeira, então vamos com o que achamos que combina melhor".
Mas o conceito da Big Universo continua o mesmo: colocar nomes do universo nos esmaltes. "Queremos, cada mês lançar uma cor nova, mas, com isso, fica cada vez mais difícil manter o perfil da marca", se diverte.
Mas, às vezes, a empresa recorre a algum outro elemento da natureza. "O ‘Aqua’, por exemplo, queríamos chamá-lo de ‘Poseidon’, por conta do Deus dos Mares, na mitologia grega, mas achamos o nome muito forte para a cor, então optamos por ‘Aqua’", conta. "Quanto não temos mais opções no universo, o jeito é apelar para a natureza".
Na Colorama, para os aproximadamente 30 nomes lançados por ano, o processo não é diferente dos outros. "Acompanhamos junto com nossos escritórios de Nova York e Paris as tendências de moda que estão nas passarelas e desenvolvemos as cores e o tema-conceito da campanha. E é em torno desse tema que giram os nomes dos esmaltes", afirma Adriana Garcia, Gerente de Produto de marca.
O "Rosa Chiclete", por exemplo, surgiu carregado de significado. "É um nome feminino, jovem e com uma dose suave de irreverência. Combina perfeitamente com a cor vibrante e ousada do esmalte", afirma. Além disso, podemos citar a cor "Absinto", um verde claro que remete à cor da bebida alcoólica e o "Arranha-Céu", que, segundo Adriana, foi "um nome que surgiu quase de imediato quando olhamos a cor, um cinza urbano e moderno".
Segundo ela a cor não influencia na hora da escolha, mas, com certeza, traz um ar mais charmoso e interessante ao mundo dos esmaltes. "Para a mulher brasileira, o esmalte é um acessório fundamental e, muitas vezes, a escolha da cor está relacionada com seu estado de espírito", afirma.
"A cor ‘Batom Vermelho’, por exemplo, a linha Única Camada, representa bem a busca pelo tom vermelho sedutor, assim como a ousadia de uma cor mais vibrante e arrojada é perfeitamente traduzida no nome ‘Atrevida’. Imagine que sem graça seria se no mundo colorido e divertido dos esmaltes, os nomes se limitassem a vermelho 1, 2, 3, 4...", brinca.
Fonte: Vila Mulher
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Momento descontração - Curso só para homens
INSCRIÇÕES ABERTAS - "VAGAS LIMITADAS"
Devido à complexidade e dificuldade de assimilação dos temas, os cursos terão um máximo de 08 (oito) participantes por sala. As inscrições estarão abertas durante a próxima semana.
SERÃO OS SEGUINTES TEMAS:
TEMA 1 - Como se enche as fôrmas de gelo. (Passo a Passo, com apresentação de slides).
TEMA 2 - O rolo de papel higiênico: será que nasce no porta-rolo? ( Mesa redonda)
TEMA 3 - É possível urinar levantando a tampa e sem respingar no vaso? (Práticas em grupo)
TEMA 4 - Diferenças fundamentais entre o cesto de roupa suja e o chão. (Desenhos e gráficos esclarecedores)
TEMA 5 - A louça do almoço: levita sozinha até a pia? (Exemplos em vídeo)
TEMA 6 - Perde-se a identidade se não tiver na mão o controle remoto? (Debate com um psicólogo)
TEMA 7 - Fazer a mala: incompetência nata ou incapacidade mental progressiva? (Iniciação lúdica)
TEMA 8 - Como aprender a encontrar coisas, começando por procurar no lugar certo em vez de remexer a casa toda aos gritos? (Passo a passo, e exercícios de memorização)
TEMA 9 - Oferecer flores à namorada não é prejudicial à saúde. (Gráficos e montagem audiovisual)
TEMA 10 - Os verdadeiros homens também pedem orientações a estranhos quando se perdem. (Depoimentos verídicos de comprovados machos e conferência)
TEMA 11 - O homem no lugar de co-piloto: é geneticamente possível não dar compulsivamente palpites durante as manobras de estacionamento! (Palestra e meditação em grupo)
TEMA 12 - Aprendendo a viver: diferenças básicas entre mãe e esposa. (Aula virtual com prática presencial)
TEMA 13 - Como ser acompanhantes em shoppings, sem protestar. (Exercícios de relaxamento e autocontrole)
TEMA 14 - Como pensar... (Apresentação de slides mostrando onde ficam os neurônios)
TEMA 15 - Como lutar contra a atrofia cerebral: recordar aniversários, outras datas importantes e telefonar quando se atrasa. (Dinâmica em grupo)
Encerramento do curso e entrega de diplomas aos sobreviventes.
Devido à complexidade e dificuldade de assimilação dos temas, os cursos terão um máximo de 08 (oito) participantes por sala. As inscrições estarão abertas durante a próxima semana.
SERÃO OS SEGUINTES TEMAS:
TEMA 1 - Como se enche as fôrmas de gelo. (Passo a Passo, com apresentação de slides).
TEMA 2 - O rolo de papel higiênico: será que nasce no porta-rolo? ( Mesa redonda)
TEMA 3 - É possível urinar levantando a tampa e sem respingar no vaso? (Práticas em grupo)
TEMA 4 - Diferenças fundamentais entre o cesto de roupa suja e o chão. (Desenhos e gráficos esclarecedores)
TEMA 5 - A louça do almoço: levita sozinha até a pia? (Exemplos em vídeo)
TEMA 6 - Perde-se a identidade se não tiver na mão o controle remoto? (Debate com um psicólogo)
TEMA 7 - Fazer a mala: incompetência nata ou incapacidade mental progressiva? (Iniciação lúdica)
TEMA 8 - Como aprender a encontrar coisas, começando por procurar no lugar certo em vez de remexer a casa toda aos gritos? (Passo a passo, e exercícios de memorização)
TEMA 9 - Oferecer flores à namorada não é prejudicial à saúde. (Gráficos e montagem audiovisual)
TEMA 10 - Os verdadeiros homens também pedem orientações a estranhos quando se perdem. (Depoimentos verídicos de comprovados machos e conferência)
TEMA 11 - O homem no lugar de co-piloto: é geneticamente possível não dar compulsivamente palpites durante as manobras de estacionamento! (Palestra e meditação em grupo)
TEMA 12 - Aprendendo a viver: diferenças básicas entre mãe e esposa. (Aula virtual com prática presencial)
TEMA 13 - Como ser acompanhantes em shoppings, sem protestar. (Exercícios de relaxamento e autocontrole)
TEMA 14 - Como pensar... (Apresentação de slides mostrando onde ficam os neurônios)
TEMA 15 - Como lutar contra a atrofia cerebral: recordar aniversários, outras datas importantes e telefonar quando se atrasa. (Dinâmica em grupo)
Encerramento do curso e entrega de diplomas aos sobreviventes.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Protetor Solar é Fundamental no Inverno
A ação dos raios ultravioletas é praticamente a mesma durante o ano todo
O sol de inverno também agride a pele, ainda que menos do que no verão, o que torna o uso do protetor solar fundamental. No inverno use um fator de proteção menor, mesmo que o tempo esteja nublado.
A prevenção ao câncer de pele deve ser feita 365 dias por ano, principalmente com a utilização diária de filtro solar com fator de proteção igual ou superior a 15. Mesmo nos dias nublados de inverno, a exposição solar excessiva é nociva à saúde.
O uso de filtro solar é importante não somente para prevenir o envelhecimento, mas também para diminuir a incidência de cânceres de pele. A incidência de raios ultravioleta do tipo A é constante no ano todo e essa radiação promove reações nas células da pele que podem ocasionar o aparecimento de lesões pré-cancerosas.
As regiões do corpo em que o câncer de pele é mais comum são as áreas mais expostas à radiação solar, como face, decote, braços. Para evitar surpresas desagradáveis, as pessoas que têm pele mais sensíveis à radiação devem examinar sardas, lesões, e feridas que não cicatrizam e sangram. Pintas escuras que mudam de características (escurecem, aumentam ou mudam de textura) também merecem atenção. Ao notar qualquer modificação, deve-se procurar um médico.
Protetores solares até o fator 30 são suficientes, mas vale lembrar que a proteção dura apenas 2 horas e o protetor deve ser reaplicado a cada banho e situação de suor. “É importante evitar períodos de maior intensidade solar, entre 10h e 15h, que também são perigosos no inverno. Cuidados maiores devem ser tomados em locais de montanhas e praias, onde a radiação ultravioleta é maior. Lembrar que a areia, concreto e água, refletem os raios ultravioleta, atingindo indiretamente a pele”.
Dicas para cuidar da sua pele no inverno
Com o ar seco, a poluição e a exposição aos raios solares, é normal a pele perder o brilho natural, ficar com pouca elasticidade, aparência áspera e sujeita às rugas e linhas de expressão. Isso se deve à falta de hidratação. As pessoas que apresentam a pele seca precisam redobrar os cuidados com a hidratação e proteger a pele ao ficar expostas ao sol. Além da hidratação, é recomendável o uso de sabonetes neutros e evitar o uso das buchas vegetais, banhos com água muito quente, e o uso de roupas sintéticas para não agredir a pele.
Por: Dra. Daniela Graff
O sol de inverno também agride a pele, ainda que menos do que no verão, o que torna o uso do protetor solar fundamental. No inverno use um fator de proteção menor, mesmo que o tempo esteja nublado.
A prevenção ao câncer de pele deve ser feita 365 dias por ano, principalmente com a utilização diária de filtro solar com fator de proteção igual ou superior a 15. Mesmo nos dias nublados de inverno, a exposição solar excessiva é nociva à saúde.
O uso de filtro solar é importante não somente para prevenir o envelhecimento, mas também para diminuir a incidência de cânceres de pele. A incidência de raios ultravioleta do tipo A é constante no ano todo e essa radiação promove reações nas células da pele que podem ocasionar o aparecimento de lesões pré-cancerosas.
As regiões do corpo em que o câncer de pele é mais comum são as áreas mais expostas à radiação solar, como face, decote, braços. Para evitar surpresas desagradáveis, as pessoas que têm pele mais sensíveis à radiação devem examinar sardas, lesões, e feridas que não cicatrizam e sangram. Pintas escuras que mudam de características (escurecem, aumentam ou mudam de textura) também merecem atenção. Ao notar qualquer modificação, deve-se procurar um médico.
Protetores solares até o fator 30 são suficientes, mas vale lembrar que a proteção dura apenas 2 horas e o protetor deve ser reaplicado a cada banho e situação de suor. “É importante evitar períodos de maior intensidade solar, entre 10h e 15h, que também são perigosos no inverno. Cuidados maiores devem ser tomados em locais de montanhas e praias, onde a radiação ultravioleta é maior. Lembrar que a areia, concreto e água, refletem os raios ultravioleta, atingindo indiretamente a pele”.
Dicas para cuidar da sua pele no inverno
Com o ar seco, a poluição e a exposição aos raios solares, é normal a pele perder o brilho natural, ficar com pouca elasticidade, aparência áspera e sujeita às rugas e linhas de expressão. Isso se deve à falta de hidratação. As pessoas que apresentam a pele seca precisam redobrar os cuidados com a hidratação e proteger a pele ao ficar expostas ao sol. Além da hidratação, é recomendável o uso de sabonetes neutros e evitar o uso das buchas vegetais, banhos com água muito quente, e o uso de roupas sintéticas para não agredir a pele.
Por: Dra. Daniela Graff
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