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terça-feira, 9 de novembro de 2010

LAVAR ALIMENTO PODE SER INÚTIL PARA RETIRADA DE AGROTÓXICOS




Defensivos agrícolas podem ficar dentro dos alimentos.
Pedimos regras mais rígidas para controlar venenos.

Deixar vegetais de molho no vinagre antes de levá-los à mesa pode ser ótimo para matar micróbios, mas nem sempre vai funcionar quando se quer tirar agrotóxicos de frutas e verduras.
A preocupação com resíduos tóxicos na comida ganhou força nesta quarta-feira (24), quando um relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apontou alta presença de agrotóxicos nos alimentos brasileiros.
De 3.130 amostras coletadas pela agência, 29% apresentaram algum tipo de irregularidade.
Lavar vegetais funciona bem apenas nos casos em que não há penetração das substâncias tóxicas no alimento, afirma especialista do Ceatox.

Segundo Anthony Wong, diretor médico do Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox) da Faculdade de Medicina da USP, “se o agrotóxico for de superfície, de aplicação limitada à parte externa do alimento, elimina-se o risco na maioria das vezes lavando bem”, diz.
Os casos do morango e do tomate, por exemplo, poderiam ser “facilmente resolvidos” assim.

Saiba mais:

A dificuldade cresce nas situações em que há penetração da substância. “Nesse quadro, a fervura pode inativá-la, mas há agrotóxicos à base de zinco ou estanho, à base de metais, que são chamados estáveis”, afirma Wong. “Quando isso ocorre, o aquecimento não inativa, logo não reduz o perigo.”
O médico Wanderlei Pignati, professor de Saúde Ambiental na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), é mais cético em relação à água. "[Lavar os alimentos] não resolve praticamente nada. Vai eliminar o agrotóxico que tem na casca, mas o grande problema está dentro", afirma.


Laboratórios:

Em 15 de 20 culturas analisadas pela Anvisa foram encontrados ingredientes ativos em processo de reavaliação toxicológica junto à agência, como o endossulfan em pepino e pimentão; acefato em cebola e cenoura; e metamidofós em pimentão, tomate, alface e cebola.

Já existe no Brasil uma “indicação de banimento” para as três substâncias.
Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, afirmou na quarta-feira (23) que esses ingredientes causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer.
De acordo com Pignati, a estatísticas não mostram essas doenças relacionadas a agrotóxicos porque é difícil fazer exames para identificar substâncias tóxicas no organismo. "Aqui em Mato Grosso, se eu quiser fazer uma análise de suspeita de resíduos de agrotóxicos no sangue ou na urina, tenho que mandar a amostra para o Rio de Janeiro ou São Paulo".

Consumidor impotente Segundo Wong, do Ceatox, a total eliminação de situações de risco depende do governo. “Aí, só fiscalização mesmo. Não tem como eliminar por lavagem ou fervura.
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) defende regras mais rígidas para agrotóxicos. "Dentre as medidas necessárias está a reavaliação toxicológica das substâncias pela Anvisa, uma vez que vários agrotóxicos utilizados no Brasil já foram proibidos em outros países, diante das evidências de seus riscos".


Dentro dos padrões:
Para o engenheiro de alimentos Carlos Eduardo Sassano, professor da Universidade de Guarulhos, o problema seria resolvido se os agrotóxicos fossem utilizados da maneira correta. "Se fossem usados dentro dos padrões permitidos, não teria problema", defende.
Segundo ele, o consumo de alimentos orgânicos poderia ser uma boa alternativa, mas é difícil haver produção suficiente. "Estamos falando de uma sociedade moderna, onde a produtividade tem que ser alta. Por isso a gente não vislumbra agricultura sem agrotóxico."

Voz dissidente:
 O médico Angelo Trapé, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), discorda da opinião dos colegas. Segundo ele, as irregularidades encontradas pela Anvisa não mostram que haja perigo ao consumidor, pois a quantidade de agrotóxicos nos alimentos é muito pequena. "A população pode ingerir alimentos de maneira segura que não vai causar nenhum dano à sua saúde."
Os fabricantes de defensivos agrícolas, por meio da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), defendem que os produtores rurais estão cada vez mais preocupados em aplicar corretamente os agrotóxicos.

"A Andef considera fundamental tranqüilizar a população quanto à segurança dos alimentos tratados com defensivos aplicados de acordo com as recomendações agronômicas e oficialmente registrados", afirmou a instituição em nota divulgada à imprensa.

Adaptação: Pello Menos
Fonte G1

quinta-feira, 22 de julho de 2010

20 TROCAS QUE VALEM A PENA



1 Pão francês por integral
Eis uma forma de começar o dia protegendo as artérias. A massa integral presenteia o organismo com boas doses de fibras. Esse ingrediente serve de alimento a bactérias aliadas que moram no intestino. Bem nutridas, algumas delas fabricam mais propionato, uma substância que tem tudo a ver com os níveis de gordura na circulação. “Ao chegar ao fígado, ela diminui a produção de colesterol”, explica a gastroenterologista Jacqueline Alvarez-Leite, da Universidade Federal de Minas Gerais. Com isso, cai também a quantidade dessa partícula no sangue.





2 Leite integral por desnatado
 Esse esquema garante a entrada do cálcio, tão caro aos ossos, sem um bando de penetras gordurosos. A bebida desnatada tem o mesmo teor do mineral, com a vantagem de ostentar menos ácidos graxos saturados. O excesso desse tipo de gordura eleva os níveis de LDL, a fração ruim do colesterol. “Isso porque reduz o número de receptores que captam LDL nas células”, ensina a nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Se esse mecanismo não funciona direito, o colesterol vaga no sangue, pronto para se depositar na parede das artérias.





3 Óleo de soja e outros por azeite
O ganho dessa troca vem da combinação entre gorduras benéficas e antioxidantes que povoam o óleo de oliva. Uma de suas vantagens é fornecer doses generosas de ácidos graxos monoinsaturados. “Eles não aumentam os níveis de LDL e ainda ajudam a erguer um pouco as taxas de HDL, o colesterol bom”, afirma o cardiologista Raul Dias dos Santos, do Instituto do Coração de São Paulo. “Além disso, os compostos fenólicos do azeite evitam a oxidação do colesterol, fenômeno que propicia a formação das placas”, completa Jorge Mancini, diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo.





4 Pizza de mussarela pelas de vegetais
A ideia pode não agradar aos fãs mais puristas das pizzarias, mas presta um enorme serviço aos vasos sanguíneos. Deixar camadas e mais camadas de queijo de lado de vez em quando significa podar gordura saturada do cardápio. Como você viu, ela protagoniza o disparo do LDL, o tipo perigoso do colesterol. Substituir a mussarela ou a quatro queijos pelas redondas cobertas de vegetais é uma saída para degustar pizzas sem receio. Opções não faltam — vale pizza de escarola, de rúcula, de brócolis e até de abobrinha. E elas oferecem um bônus: pitadas de fibras e antioxidantes.





5 Salgadinhos por castanhas
Essa troca é destinada àquele momento em que pinta a fome no meio do dia. Solução fácil, mas nada saudável, seria recorrer aos salgadinhos ou biscoitos recheados, petiscos que costumam contar com gordura trans em sua receita. “Ela não só faz aumentar o LDL como ainda contribui para derrubar o HDL”, alerta Ana Maria Lottenberg. Para escapar da malfeitora, aposte nas castanhas e nas nozes — legítimos depósitos da gordura monoinsaturada, que faz exatamente o trabalho oposto. “As oleaginosas ainda são fontes de antioxidantes”, lembra Jorge Mancini.




6 Cereais açucarados por aveia
A aveia tem fama de ser um dos cereais mais nutritivos do planeta. Por isso merece um espaço logo no café da manhã — seja na forma de flocos, seja no mingau. Um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina comprova, mais uma vez, sua capacidade de cortar a gordura que sobra no sangue. “A aveia é rica em betaglucanas, fibras fermentadas no intestino e capazes de regular a síntese de colesterol”, explica a autora, Alicia de Francisco, que também é coordenadora para a América Latina da Associação Americana de Químicos de Cereais. “Observamos que elas ainda aumentam o HDL.”



7 Bauru por peito de peru e queijo branco
Calma, não pretendemos condenar ao ostracismo um lanche tão tradicional como o bauru. O problema é que ele deixa a desejar se as taxas de colesterol já rumam aos céus. Basta averiguar seus ingredientes: queijo prato e presunto, redutos de gordura saturada e colesterol. Que tal substituí-lo por um sanduba de peito de peru e queijo branco, que é mais esbelto do que seu congênere? Experimente. Só é preciso ficar atento ao tamanho do lanche. Ora, uma gigantesca baguete recheada pode fornecer mais calorias e gorduras do que um bauru de porte modesto.





8 Camarão por peixe
Convenhamos: frutos do mar não são tão frequentes no prato do brasileiro. Mas vale ficar atento durante aquela viagem à praia para não se abarrotar de camarões. Eles encabeçam o ranking marinho de colesterol — são 152 miligramas da gordura em uma porção de 100 gramas. Ou seja, quase o triplo do que é oferecido pela mesma quantidade de um peixe gordo como o salmão. Esse pescado se sai melhor também por outro motivo: ele é carregado de ômega-3. E uma nova pesquisa da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, revela: o ômega diminui a captação de LDL pela parede das artérias, prevenindo as placas.




9 Picanha por lombo
O porco não é mais gordo que o boi nem o boi é mais gordo que o porco. Tudo é uma questão de corte. Há peças bovinas com menos gordura saturada, caso da alcatra e do filé mignon, e há aquelas parrudas, como a picanha e o cupim. O mesmo raciocínio se aplica à carne suína: o lombo é mais magro que o pernil. Mas saiba que há medidas para retalhar o possível malefício de qualquer corte rechonchudo. “Limpe a peça antes de cozinhá-la, retirando toda gordura aparente”, ensina Ana Maria. Até porque, apesar de a gente não ver, altas doses do nutriente já estão emaranhadas na carne.




10 Manteiga por margarina
Elas mantêm uma rivalidade histórica e ainda suscitam debates entre os experts. No duelo em prol de artérias saudáveis, porém, a margarina leva certa vantagem, porque não conta com a famigerada gordura de origem animal e o colesterol. Nos últimos anos, a indústria tem acrescentado componentes à sua fórmula para torná-la mais benéfica. Entre eles, destaque para os fitosteróis, que facilitam a expulsão do colesterol pelas fezes. “Os produtos enriquecidos com essa substância são indicados a quem já tem colesterol alto”, avisa Ana Maria.





11 Quindim por compota de frutas
Os doces costumam ser condenados por carregarem açúcar demais. Quando a discussão envolve colesterol, porém, o açúcar pesa menos do que outro ingrediente comum em quindins, brigadeiros e bolos: a gordura. A manteiga, o creme de leite e outros ingredientes gordurosos que dão consistência aos quitutes levam consigo ácidos graxos saturados, que alavancam as taxas de LDL. Não à toa, os especialistas aconselham trocar esse tipo de sobremesa por opções que, sem perder o sabor adocicado, são desengorduradas. O melhor exemplo são as compotas de frutas. Só não vale, é claro, abusar




12 Suco de laranja pelo de uva
Essa é para matar a sede e resguardar o peito. É na casca da uva que está um parceiro do coração, o resveratrol. “Ele atua na redução do colesterol e tem efeito antioxidante”, diz a bioquímica Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais. Ao impedir que as partículas de LDL se oxidem, a substância evita indiretamente que elas grudem na parede do vaso. Ao contrário do que muita gente pensa, o resveratrol não é exclusivo do vinho. O suco de uva natural e feito na hora (com casca, por favor!) também o disponibiliza ao organismo.




13 Chá de ervas por chá-mate
Não é campanha contra a receita da avó, mas as infusões à base de camomila e afins perdem feio para o mate se o assunto é colesterol. Que o digam cientistas da Universidade Federal de Santa Catarina, que avaliaram as propriedades dessa erva típica do sul do país. “Notamos uma queda de 8,5% nos níveis de LDL em voluntários com taxas normais e uma redução extra de 13,5% em pessoas que tomavam remédios para abaixar o colesterol”, conta o farmacêutico Edson Luiz da Silva, que liderou a pesquisa. A proeza vem das saponinas, moléculas presentes no mate. “Elas diminuem a absorção do colesterol no intestino, favorecendo sua excreção pelas fezes”, explica.



14 Cebola branca por cebola roxa
Essa troca pode ser estendida à alface e ao repolho: prefira sempre o roxo. As hortaliças com essa cor abrigam um pigmento que aplaca o colesterol, a antocianina. “Experimentos feitos em animais no nosso laboratório mostraram que ela reduz consideravelmente a concentração da gordura no sangue”, conta a professora Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa. “A substância inibe uma enzima que participa da síntese de colesterol no fígado, além de aumentar sua eliminação do organismo.” Morangos e cerejas, saiba, também são reservas de antocianinas.




15 Molho branco pelo de tomate
O macarrão é o mais inocente por aqui. Quem incentiva ou não a escalada do colesterol é o molho — sempre. O branco é bem gordo. Em 2 colheres de sopa encontramos 4,5 gramas de gordura. Como o preparo exige creme de leite e queijo, o prato fica cheio de ácidos graxos saturados. Uma bela macarronada ao sugo não guarda esse perigo. Nas mesmas 2 colheres de sopa, há somente 0,1 grama de gordura. “Apenas procure usar o molho de tomate feito em casa e evitar a manteiga no momento de refogá-lo”, orienta a nutricionista Ana Maria Lottenberg. E, se possível, opte pela massa integral.




16 Chocolate ao leite pelo amargo
O doce de cacau se notabilizou como um amigo do sistema circulatório. Mas não é todo chocolate que, de fato, prova sua amizade às nossas artérias. O tipo que merece respeito é o amargo. “Ele possui menos gorduras saturadas que o branco e a versão ao leite”, afirma a nutricionista Vanderlí Marchiori, colaboradora da Associação Paulista de Nutrição. “Sem falar que fornece catequinas, substâncias que ajudam a sequestrar o LDL e impedir sua oxidação”, diz. Mas fique atento ao rótulo: amargo de verdade tem mais de 60% de cacau em sua composição



17 Sal por ervas e alho
Está em suas mãos uma maneira de preservar os vasos sem deixar a comida ficar insossa: em vez de exagerar no sal, ingrediente que patrocina a hipertensão, use a imaginação e as ervas aromáticas, além de alho. “Ele tem compostos capazes de controlar o colesterol”, exemplifica Vanderlí. E ervas como o orégano e o alecrim merecem ser convidadas à cozinha por causa do seu poder de fogo contra a oxidação, um fenômeno que, você já sabe, não poupa o LDL, tornando-o ainda mais danoso para as artérias. Mas essa ação pode minguar quando os ingredientes são expostos a temperaturas elevadas. Procure acrescentá-los nos minutos finais do cozimento.




18 Frango com pele pelo frango sem pele
Muita gente pensa que basta despir uma coxa de frango assada no prato para se livrar de um boom de colesterol. Ledo engano. “Retirar a pele é, sim, fundamental, mas isso deve ser feito antes de levar a carne ao fogo”, esclarece a nutricionista Cláudia Marcílio, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. “Quando submetidos ao calor, a gordura saturada e o colesterol da pele conseguem se dissolver e penetrar na carne”, justifica Ana Maria. Aí, será tarde…





19 Queijo pelo tofu
A intenção não é jogar mais pedras sobre o parmesão, o provolone e até o minas, mas abrir espaço ao tofu, que é feito de soja. Ele é uma preciosidade porque concentra o que o grão tem de melhor: proteínas e isoflavonas. “A proteína da soja aumenta a atividade de receptores que colocam o LDL para dentro das células e inibe a principal enzima responsável pela produção de colesterol”, explica a nutricionista Nágila Damasceno, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. E as isoflavonas não só potencializam a queda do LDL como evitam sua oxidação.




20 Pipoca de micro-ondas pela de panela
Faz toda a diferença investir um tempo a mais para estourar o milho no fogão. “É uma forma de controlar a quantidade de gordura no preparo, porque no produto de micro-ondas ela já é fixa”, argumenta a doutora em ciência dos alimentos Maria Cristina Dias Paes, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Sete Lagoas, no interior de Minas Gerais. A versão que ganha na praticidade perde pontos porque carrega ácidos graxos saturados e trans. “Na panela, dá para usar um óleo mais saudável, como o de canola”, diz Cristina. Daí, você aproveita as fibras do milho, deixando seu colesterol em paz.

domingo, 18 de julho de 2010

DIFERENTES MANEIRAS DE INCLUIR FRUTAS E HORTALIÇAS NA SUA ALIMENTAÇÃO


Se você inovar na receita, certamente será muito gostoso comer aquilo que te faz bem!






Você já está cansada de ouvir que as frutas e as hortaliças são essenciais na alimentação de quem quer emagrecer. Mas, a maneira de inseri-las no cardápio pode fazer com que você se sinta estimulada ou o contrário. Afinal, muitas pessoas acham esses alimentos sem graça e até sem sabor. Mas, isso pode mudar. Confira algumas dicas:



- Rale as frutas no iogurte:

Coloque em uma taça, um pote de iogurte natural desnatado. Por cima, rale, no ralo grosso, algumas frutas como maçã e pêra. Jogue um pouco de cereal integral. Inclua esta receita no seu café da manhã.



- Legumes como coadjuvantes de pratos bem conhecidos:

Está fazendo um churrasco? Coloque alguns legumes na churrasqueira. Pimentões, abobrinhas, aspargos, cebolas, berinjelas e tomates, todos ficam uma delícia quando preparados desta forma. Outra dica é preparar ovos poché e misturá-lo a legumes cozidos em um delicioso sanduíche.



- Aperitivos deliciosos:

Prepare uma pastinha e, ao invés dos biscoitos e torradas, sirva palitos de cenouras, aipo ou rodelas de pepino. É mais saudável e corta as calorias para menos da metade. Vale muito à pena!



- Inove no purê:

Substitua o tradicional purê de batata pelo purê de abóbora ou pimentão. Dê um toque especial no tempero. Gengibre ralado e ervas são as melhores opções.



- Tempere bem a salada.

Aposte nos temperos diferentes, como aqueles à base de vinagre balsâmico. Só tome cuidado com molhos que levam ingredientes muito calóricos.

fonte: Sua dieta

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Protetor Solar é Fundamental no Inverno

A  ação dos raios ultravioletas é praticamente a mesma durante o ano todo
O sol de inverno também agride a pele, ainda que menos do que no verão, o que torna o uso do protetor solar fundamental. No inverno use um fator de proteção menor, mesmo que o tempo esteja nublado.

A prevenção ao câncer de pele deve ser feita 365 dias por ano, principalmente com a utilização diária de filtro solar com fator de proteção igual ou superior a 15. Mesmo nos dias nublados de inverno, a exposição solar excessiva é nociva à saúde.

O uso de filtro solar é importante não somente para prevenir o envelhecimento, mas também para diminuir a incidência de cânceres de pele. A incidência de raios ultravioleta do tipo A é constante no ano todo e essa radiação promove reações nas células da pele que podem ocasionar o aparecimento de lesões pré-cancerosas.

As regiões do corpo em que o câncer de pele é mais comum são as áreas mais expostas à radiação solar, como face, decote, braços. Para evitar surpresas desagradáveis, as pessoas que têm pele mais sensíveis à radiação devem examinar sardas, lesões, e feridas que não cicatrizam e sangram. Pintas escuras que mudam de características (escurecem, aumentam ou mudam de textura) também merecem atenção. Ao notar qualquer modificação, deve-se procurar um médico.

Protetores solares até o fator 30 são suficientes, mas vale lembrar que a proteção dura apenas 2 horas e o protetor deve ser reaplicado a cada banho e situação de suor. “É importante evitar períodos de maior intensidade solar, entre 10h e 15h, que também são perigosos no inverno. Cuidados maiores devem ser tomados em locais de montanhas e praias, onde a radiação ultravioleta é maior. Lembrar que a areia, concreto e água, refletem os raios ultravioleta, atingindo indiretamente a pele”.

Dicas para cuidar da sua pele no inverno

Com o ar seco, a poluição e a exposição aos raios solares, é normal a pele perder o brilho natural, ficar com pouca elasticidade, aparência áspera e sujeita às rugas e linhas de expressão. Isso se deve à falta de hidratação. As pessoas que apresentam a pele seca precisam redobrar os cuidados com a hidratação e proteger a pele ao ficar expostas ao sol. Além da hidratação, é recomendável o uso de sabonetes neutros e evitar o uso das buchas vegetais, banhos com água muito quente, e o uso de roupas sintéticas para não agredir a pele.


Por: Dra. Daniela Graff

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Cuidado! Pode ser depressão...

Com a melhora na qualidade de vida (não ria: ela melhorou sim, até mesmo em países do Quinto Mundo), conseguimos um controle paliativo razoável para boa parte das ameaças oferecidas por vírus, bactérias, diabetes, hipertensão arterial, tumores, etc.

Entretanto, para manter a máquina tecnológica avançando, precisamos de uma sociedade extremamente produtiva e trabalhadora, capaz de suportar pressões inimagináveis em outros tempos. Esse ciclo de pressão-produção-pressão não poderia levar a outro lugar, e atingimos o nível em que a mesma tecnologia que protege a saúde de seu corpo, ameaça agora a saúde de sua mente.

A cada ano, cerca de 40% das pessoas experimentam sentimentos intensos de tristeza, infelicidade e desapontamento. Destas, 20% desenvolverão depressão propriamente dita. Em números tupiniquins, significa o mesmo que 10 milhões de brasileiros deprimidos anualmente.

Os transtornos psiquiátricos possuem várias causas. Por exemplo: gêmeos idênticos possuem uma concordância de 60% para depressão. Alterações bioquímicas no cérebro e problemas hormonais (como redução na produção de cortisol ou melatonina) também possuem sua parcela de culpa.

Gota d’água

Mas são os eventos estressantes os responsáveis por cerca de 60% dos casos de depressão e distúrbios da ansiedade. A gota d’água de estresse pode ser representada pelo nascimento de novos filhos, por uma demissão esperada ou não, pelo término de um relacionamento ou pelo choque de uma doença crônica.

O diagnóstico clássico de depressão depende da presença de certos sinais e sintomas por um determinado período de tempo. Além da perda de interesse na vida diária, é preciso que quatro das seguintes manifestações estejam presentes de modo contínuo por pelo menos duas semanas:

- Perda do apetite com perda de peso;
- Insônia e/ou sonolência durante o dia;
- Agitação ou lentidão excessiva;
- Diminuição do apetite sexual;
- Evidência de problemas de concentração;
- Sentimento de culpa ou auto-crítica exagerada
- Pensamentos (ou tentativas) recorrentes de suicídio.

Nem toda pessoa deprimida ou ansiosa necessita de remédios. O acompanhamento psicológico, sem drogas, é capaz de resolver os casos mais simples e certamente deve fazer parte do tratamento dos episódios mais graves de depressão.

Opções de tratamento

Caso os anti-depressivos sejam necessários, existem características e dicas que podem facilitar a escolha entre as dezenas de marcas disponíveis. Por exemplo: muitos antidepressivos causam sono. Pessoas que necessitam manter o nível de atenção para dirigir ou operar máquinas podem se beneficiar do uso de antidepressivos que não causam tanta sonolência, como a Paroxetina.

Na depressão relacionada à menopausa, a terapia de reposição hormonal pode resolver os sintomas, mas este recurso não deve ser empregado em mulheres com alto risco para câncer de mama. Muitos antidepressivos tradicionais não funcionam muito bem em adolescentes. E por aí vai.

Para saber mais sobre antidepressivos, converse com seu médico de confiança, consulte a tabela no blog do portal uai.com.br ou ligue para o centro de referência em doenças mentais e proceda de acordo com a mensagem abaixo:

Bip. Olá, você ligou para a clínica psiquiátrica do Doutor Hide. Se você possui transtorno obsessivo compulsivo, aperte 1 repetidamente. Se você possui personalidade múltipla, aperte 2, 3, 4, 5 e 6. Se você sofre de esquizofrenia, não aperte nada. Uma voz lhe dirá o que fazer.

Se você sofre de depressão, não adianta apertar número algum. Ninguém irá lhe atender mesmo. E se você possui mania de perseguição, largue agora o telefone e esconda-se. Nós sabemos exatamente quem você é, onde você está e o que você fez no verão passado. Estamos indo para aí. Bip.



Fonte: Yahoo! Brasil

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Saiba como manter uma alimentação saudável em época de festas juninas

As festas juninas, que em muitos lugares se estendem até o mês agosto, com as danças, as músicas, as brincadeiras e, em especial, as comidas típicas são um ótimo programa para toda família nesse período.


No entanto, para os mais preocupados com uma alimentação saudável, fica a seguinte pergunta: Como aproveitar as delícias da mesa junina onde encontramos comidas com considerável índices de açúcar e gordura, nem sempre boas, sem malefícios para saúde? Pensando nisso, preparamos algumas dicas sobre como comprar os ingredientes dessa festa e com a orientação nutricional das Doutoras Claudia Coelho Falcão e Vânia Soares Barberan, da Associação de Nutrição do Estado de Rio de Janeiro- ANERJ, listamos algumas informações sobre como aproveitar os pratos típicos de maneira saudável.

Se você vai organizar uma festa junina e vai às compras, fique atento em relação ao que deve ser observado para não levar produto com problema. De acordo com informações disponíveis no site do Procon-SP, na compra de produtos naturais ou a granel, verifique o peso e a aparência (sujidade, umidade). Quando expostos, devem estar protegidos de poeira, insetos… e devem apresentar informações, por meio de cartazes ou plaquetas, sobre o prazo de validade e procedência.

No caso de irregularidades, o fornecedor imediato (feirante, supermercadista, lojista) é o responsável.

A pesagem deve ser feita na frente do consumidor e a balança tem que estar nivelada e conter o selo de aprovação do INMETRO.

O alimento pré-embalado ou industrializado deve conter em sua embalagem a identificação do fabricante ou importador, prazo de validade, ingredientes, peso e origem, tudo em língua portuguesa.

Além desses cuidados, a ANERJ recomenda prestar atenção no aspecto do alimento, dentro da embalagem, e na sua rotulagem: valor energético, selos e procedências.

Essa festa, que acontece no inverno, é cheia de componentes que vão desde a música até a farta oferta de alimentos mais energéticos que, ao lado da fogueira, ajudam a aquecer nas noites frias mantendo os participantes nutridos e aquecidos.

As Doutoras Claudia e Vânia ressaltam a importância de observar se o alimento comprado possui gorduras “saturadas” e “trans”, pois, na maioria das vezes, esse componente está “disfarçado” na quantidade da porção, mas está descrito nos ingredientes. Essa observação é válida também para a presença de outros elementos que nem sempre imaginamos fazer parte daquele produto que estamos consumindo, por exemplo:

Uma Paçoca no mercado

Informação Nutricional

Porção de 22g

Quantidade por porção %VD*
Valor Energético 107 Kcal 5
Carboidratos 12g 4
Proteínas 2,9g 4
Gorduras Totais 5,3g 10
Gorduras Saturadas 1,0g 5
Gorduras Trans 0,0g **
Fibra Alimentar 0,0g 0
Sódio 26mg 1

(*) Valores Diários de Referência com base em uma dieta de 2.000 calorias.

Ingredientes:

Amendoim, açúcar, fécula de mandioca, sal e farinha de mandioca. NÃO CONTÉM GLÚTEN
Você imaginaria que na paçoca leva fécula de mandioca e farinha de mandioca?
Isso só é descrito nos ingredientes.
E que o consumo de 1 unidade (22g) fornece 10% de toda a gordura recomendada para o consumo diário?
Logo é um alimento que deve ser consumido com moderação, durante a festa evite consumir mais que 1 unidade.
Em relação aos alimentos quentes, as especialistas recomendam que estejam realmente quentes, uma dica é observar se tem liberação de fumaça ao abrir a tampa. Outro ponto importante é que os alimentos podem estar expostos, mas devem estar sempre tampados.

Cabe lembrar que Filó, rendinhas e panos de pratos não servem como tampa para proteção dos alimentos, quando pretendemos protege-los devemos utilizar filme plástico ou recipientes fechados como panelas, vasilhas de vidro ou de plástico com tampa própria.

O descartável mais indicado para acondicionar comidas quentes é o de isopor, pois não promove a transferência de substâncias tóxicas (existentes nos recipientes de plásticos) para o alimento.

O fator nutritivo desses alimentos e possíveis riscos à saúde.

As datas comemorativas e tradicionais devem ser aproveitadas em sua plenitude, logo devemos usufruir de tudo o que elas oferecem com sabedoria e para isso, as Doutoras Claudia e Vânia sugerem um cardápio de consumo individual, chamando a atenção dos benefícios dos nutrientes das comidas típicas e dos possíveis riscos à saúde. O valor calórico de cada refeição citada não será muito alto, em média o equivalente a uma grande refeição (500 a 770Kcal) por tanto poderá substituir um jantar.

1ª. Sugestão:

• Milho cozido
• Cuscuz de tapioca
• 1 porção de Caldo verde
• 1 pedaço de Bolo de aipim
• 1 cocada
• Água / Água de coco / Mate / Sucos naturais

O milho cozido é um bom alimento, pois é rico em carotenóides, ou seja, ajuda a manter a visão saudável. Deve ser consumido com pouco sal, pois esse nutriente é contra-indicado, pela quantidade de sódio em sua composição, podendo aumentar a retenção de líquidos e a elevação da pressão arterial. Pode ser evitado o uso da margarina ou manteiga sobre ele, em função da quantidade de gordura saturada que podemos ingerir ao dia, não se esqueça que a festa está só começando. É importante lembrar que comemos o alimento porque gostamos do seu sabor, logo, milho cozido com um pouco de sal, continua com gosto de milho e não com gosto de sal ou de margarina/manteiga!

O Cuscuz de tapioca é composto basicamente de tapioca, coco, leite de coco, leite de vaca integral (ou água quente) e açúcar. A tapioca é derivada da mandioca e a goma desidratada tem baixa caloria. O leite de coco e o coco possuem boa qualidade de gordura apesar de ser saturada, fazem parte da composição da membrana das nossas células. Usar a água no lugar do leite de vaca torna o cuscuz mais tradicional e não altera o sabor, mas mantém o valor nutritivo. O açúcar deve ser usado com moderação. Lembre que a adição de leite condensado e outros complementos comprometem a qualidade nutricional do alimento tornando -o mais calórico e menos nutritivo.

O caldo verde é uma sopa composta de batata inglesa, couve, e carnes salgadas e embutidos regada no azeite (extra-virgem, preferencialmente). Infelizmente as carnes salgadas de forma industrial, bem como os embutidos possuem na sua composição sais de nitrato e nitrito que são elementos prejudiciais a saúde (cancerígenos). Para minimizar a ação desses sais (nitrito e nitrato) devemos colocar a couve cortada no momento de servir para que ela mantenha as suas propriedades anti-cancerígena, permitindo assim uma melhor biodisponibilidade dos nutrientes. A batata é um tubérculo rico em amidos o seu consumo deve ser moderado, no entanto precisamos desta fonte energética. A utilização do azeite extra-virgem nos fornece gordura de boa qualidade.

O Bolo de aipim é composto de aipim cru moído com ovos, leite (ou água) e açúcar. Tem fibras e amidos, hoje já sabemos que os ovos não são os únicos responsáveis pelo aumento do colesterol, ao contrário, quando consumidos com moderação fornecem outros nutrientes importantes para o nosso bem estar, como a colina, que mantém a nossa saúde mental. Tradicionalmente usava-se água em vez de leite.

A Cocada é composta de coco, açúcar e água. Como já vimos o problema está na quantidade de açúcar presente nesse alimento que deve ser grande para que sua consistência seja atingida.

A sugestão de água e água de coco não é preciso comentar os benefícios, pois já são por demais conhecidos. Já o mate e o suco natural entram como opção ao uso do refrigerante que não trazem benefício algum.

Para quem não dispensa um cachorro quente, as especialista recomendam um pouco de cautela, pois a salsicha é, geralmente, produzida com carne crua, gordura animal, especiarias entre outros. Em sua formulação também podemos encontrar sais de nitrato e nitrito. Pesquisas demonstram que a freqüência de consumo desses sais pode ser prejudicial à saúde. O risco aumenta quando compramos salsicha fabricada sem fiscalização. Os produtos cárneos devem possuir selo de inspeção estadual ou federal para comercialização.

A recomendação em relação à salsicha aplica-se em dobro para o salsichão. Ao consumir esse produto tente evitar a utilização da farinha que normalmente fica exposta e é comum a muitas pessoas.

Aos apaixonados pela canjiquinha, sopa feita de grãos de milho secos e miúdos com carnes salgadas, pouco encontrada fora dessas festas, podem aproveitar os benefício do milho, mas devem ficar atentos as carnes salgadas pelo motivos que citados acima.

O pé-de-moleque, paçoca e outros derivados do amendoim devemos tomar cuidado com a aflatoxina, resultado da reprodução do fungo Aspegillus flavus, que é uma substância tóxica e teratogênica (por isso devemos desaconselhar grávidas de consumirem esse alimento). Hoje os processos de industrialização deste alimento tendem a diminuir ao máximo a possibilidade da existência desse fungo.

Em relação às bebidas a ANERJ listou lgumas dicas importantes para nortear suas escolhas:

• Caipirinhas de fruta – Cuidado!!! Por serem doces demais, há uma tendência a não ser percebido o consumo exagerado, mas são alcoólicas.

• Quentão – Bebida com gengibre, canela, cravo, cachaça, mel. Bebidas alcoólicas não são recomendadas, mas se consumir use o bom senso.

• Refrigerante – Essa é uma boa oportunidade de não consumi-los, afinal não é uma festa típica? Refrigerantes Light e Diet então são muito piores, pois possuem os edulcorantes que não têm calorias, mas, no entanto gastam nutrientes preciosos do nosso metabolismo para serem retirados do nosso corpo, pois também não são aproveitados para nada. Afinal o que se ganha ao se consumir uma bebida que não tem nada de nutritivo?

• Cerveja – Cuidado com o álcool.

• Águas aromatizadas – Não existe nada pior, as crianças são as mais prejudicadas, pois não podem consumir nenhum edulcorante – adoçante (salvo em caso de diabetes, que também questionamos!) e vemos os pais comprando achando que é “melhor” do que o refrigerante.

O objetivo dessas informações é ajudar a todos os consumidores a fazer melhores escolhas para seu cardápio junino e não deixar de aproveitar as comidas maravilhosas oferecidas nessas festas. O mais importante é fazer uso da moderação, não precisamos adicionar o leite condensado em tudo que for servido, comer os 5 tipos de cocada que estão oferecendo, nem beber 3 caipifrutas com cachaça ou vodka sem nenhuma procedência, ainda mais adicionando umas gotas de adoçante para ficar “light”.

As Doutoras Claudia e Vânia lembram que tudo que consumimos o nosso corpo entende que tenha alguma utilidade e vai tentar usar ou guardar, por isso, hoje, temos tanta preocupação com a qualidade do que consumimos, muito mais que com a quantidade, pois à medida que entendemos como é importante cuidar do corpo e preservar a mente, vamos percebendo como podemos ter qualidade de vida.

Sem culpa, com moderação e bom senso podemos ter uma boa Festa Junina!!!

Fonte: Dra. Claudia Coelho Falcão e Dra. Vânia Soares Barberan – Associação de Nutrição do Estado de Rio de Janeiro- ANERJ


quinta-feira, 24 de junho de 2010

Sal - Aprenda a diminuir o consumo

Reduzir o consumo de sal protege o coração, afasta a obesidade, garante uma vida mais longa. Sem falar que o estômago e os pulmões ficam bem longe de encrencas.


Talvez o cloreto de sódio, seu nome de batismo, nem merecesse a má fama que carrega se não fossem as pitadas além da conta. É difícil negar que ele é um excelente conservante de alimentos e que realça o sabor das preparações como poucos ingredientes, mas o exagero tem trazido problemas que vão desde o aumento da pressão arterial até a asma.

Os inúmero males que o produto pode causar à saúde levou a Organização Mundial da Saúde, a OMS, a incluir o sal entre as substâncias que precisam ser reduzidas na alimentação. “Ele aparece junto do açúcar, da gordura saturada e da trans”. A má notícia é que, infelizmente, nós, brasileiros, gostamos muito de exceder no tempero. Enquanto a recomendação da OMS é limitar o consumo entre 5 e 6 gramas por dia, por aqui alcançamos, fácil, fácil, 12 gramas, ou seja, o dobro.

Cabe esclarecer que sal não é sinônimo de sódio, seis gramas de sal equivalem a 2,4 g de sódio. Mas, segundo pesquisa realizada na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, publicada em março de 2009, na “Revista de Saúde Pública”, o consumo de sódio pela população brasileira está duas vezes e meia acima do limite preconizado pela OMS. Os pesquisadores apontam que a quantidade diária de sódio disponível para consumo é de 4,5 g por pessoa, sendo que a ingestão máxima recomendada pela OMS é de 2 g.

O estudo revelou que, diferentemente de países desenvolvidos, em que a principal fonte de sódio é proveniente dos alimentos industrializados, na mesa dos brasileiros é o tempero adicionado à comida, o que inclui o sal de cozinha propriamente dito e condimentos feitos à base de sal, que correspondem a 76% de todo o sódio consumido.

Sal, pulmão e coração

Pitadas e mais pitadas de sal são capazes de disparar crises de asma, segundo um estudo publicado no periódico inglês International Journal of Clinical Practice. O excesso de sódio favorece o bronco espasmo, que é quando fica difícil respirar.

Outro trabalho foi publicado na revista científica inglesa British Medical Journal. Assinado por americanos da Universidade Harvard, assegura que a redução do tempero é capaz de proteger o coração mesmo dos que não são hipertensos. Para chegar a essa conclusão eles acompanharam 2,4 mil indivíduos durante 15 anos. No início seu consumo médio de sal girava em torno de 10 gramas diários. Ao longo do tempo, como todos foram devidamente orientados, essa ingestão caiu para 6 gramas em média — e a incidência de problemas cardiovasculares também declinou. Daí a dedução dos pesquisadores: conter o consumo de sal garante uma proteção 25% maior ao peito. Quando há muito sódio na circulação, a passagem do sangue sempre fica dificultada, havendo uma sobrecarga do músculo cardíaco.

Como diminuir o sal

Diminuir o consumo de sal pode ser meio difícil no começo. O melhor é uma redução gradual para adaptação. Nas primeiras garfadas menos salgadas, talvez ache um pouco sem graça, porque as papilas gustativas precisam de um tempo para se ajustar à menor quantidade de sódio. É preciso ter paciência, porque essa adaptação pode levar até três meses.

É bom estar alerta também em relação aos doces, pois quem tem hipertensão deve evitar produtos adoçados com ciclamato de sódio. Assim como o sal, esse adoçante tem sódio, que afeta a pressão.


Substitua o sal

No lugar do sal bote ervas e hortaliças. Elas ajudam seu paladar a enfrentar a fase de adaptação à comida menos salgada.

Alho e cebola

A dupla está lotada de substâncias protetoras das artérias. Mas não vale comprar aqueles potes de tempero que têm sódio na formulação. Prefira os isentos da substância ou esses vegetais in natura.

Limão

Espremer limão na salada é uma forma de acrescentar mais vitamina C no dia-a-dia. A adstringência do fruto ainda ajuda a espantar a vontade de comer sal.

Ervas

Elas têm em sua composição poderosas substâncias que contribuem para o bom funcionamento de todo o organismo. Bote o alecrim nas carnes, a cebolinha no arroz, o coentro na salada, o manjericão nas massas e não se esqueça da pimenta. Abuse da imaginação!

Antes de jogar punhados e punhados de sal na panela, leve em conta que os alimentos in natura já carregam uma pequena quantidade de sódio. Em relação aos alimentos industrializados, fique atento na hora de ler o rótulo dos alimentos: eles trazem a quantidade de sódio, e não de sal, que eles contêm.

Ninguém vai querer que sua vida se torne insossa, mas quanto mais você conseguir economizar nas pitadas, melhor, mesmo que você não tenha nenhuma complicação de pressão arterial. A ciência não pára de mostrar a relação dos excessos de sódio com problemas de saúde e por isso todo cuidado é necessário. Preserve sua saúde consumindo menos sal.

Fontes : Folha UOL / Abil- Saúde / Terra - Saúde

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Maquiagem fora da validade é um perigo

A data de validade estampada no rótulo do cosmético indica se já passou da hora de jogá-lo no lixo, sem dó nem piedade. Mas você passa por cima disso. Ou por nem sequer notar que o prazo já se foi ou por puro descaso mesmo diz a si mesma, diante do espelho, que aquela sombra custou os olhos da cara, que a cor do batom vencido é linda e que ainda resta quase metade daquela base. Errado, erradíssimo.


Uma pesquisa realizada por especialistas com 2,5 mil britânicas acima de 16 anos constatou que nove entre dez mulheres usam maquiagem fora da validade.

O (mau) costume é arriscado. O contato do produto com ar, pele e mucosas favorece sua contaminação por bactérias e fungos. É por isso que todas as fórmulas contêm substâncias conservantes.

Mas a quantidade desses ingredientes só garante a integridade do produto até certo limite de tempo. Ou seja, depois disso o caminho está livre para os microorganismos fazerem a festa no batom, no rímel, na base. O resultado são alergias e infecções, como o sapinho e a conjuntivite. Se houver lesão na pele, como uma espinha, o problema provocado por um cosmético vencido pode ser ainda mais grave.

Não apenas o desrespeito à data-limite impressa na embalagem pode ser prejudicial. O uso inadequado do produto também.
É o caso do lápis aplicado repetidamente dentro da pálpebra um capricho que pode custar caro. Isso altera o pH da lágrima e compromete sua função, que é proteger os olhos. E aí as infecções podem surgir com enorme facilidade.

Vai dizer, que você nunca cometeu o pecado de compartilhar o rímel, o batom ou o lápis com suas amigas?

E esse troca-troca facilita o trânsito dos microorganismos. O herpes muitas vezes é transmitido pelo batom. E não pense que emprestar a maquiagem apenas para quem não apresenta feridas suspeitas na boca é mais seguro. O vírus pode estar escondido sem apresentar sintomas.

O rímel, por sua vez, pode carregar na escovinha o microorganismo que provoca a conjuntivite. Na hora de remover o cosmético também é preciso ter cuidado. Use apenas produtos demaquilantes num pedaço de algodão, mas sem esfregar a pele. E nas pálpebras o cuidado deve ser redobrado. Os movimentos têm que ser feitos de fora para dentro, em direção ao nariz. Do contrário, as impurezas penetram nos olhos. E aí, outra vez, há o risco de acabar com aquele olhar bonito.



FONTE: Brazilian Voice

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Saiba o que fazer se você tem sono no trabalho

Sonolência piora rendimento e pode provocar acidentes.
Causas são dormir mal ou alguma doença. Confira dicas.

Apesar da má fama, cair no sono durante o trabalho é considerado normal por especialistas, desde que de forma esporádica. O que preocupa os médicos é quando a vontade de dormir no serviço aparece com frequência, sinal de noites mal dormidas ou até mesmo de um distúrbio que precisa ser tratado. Isso, ao contrário da "cochilada", não pode ser resolvido apenas com um alongamento ou com um gole de café.

Além do desconforto, trabalhar com sono tira o rendimento, pode levar a erros e até provocar acidentes, diz o médico do trabalho Alexandre Lourenço, vice-presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV).

“A grande maioria das pessoas com essa queixa [de sono no trabalho] tem privação crônica de sono. Por algum motivo em suas vidas elas se esqueceram da necessidade de dormir e passaram a ter um sono insuficiente”, afirma a especialista Márcia Pradella, do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Márcia explica que a duração mínima de sono necessária por dia varia de pessoa para pessoa, mas não deve ser menor do que seis ou sete horas. “É muito raro alguém só precisar dormir quatro ou cinco horas por noite”, diz.

Para saber se o repouso foi o ideal, basta levantar descansado e com disposição, diz ela. Já a duração máxima de descanso diário gira em torno de sete a oito horas e meia, afirmam os especialistas.

O neurologista Shigueo Yonekura, do Instituto de Medicina e Sono de Campinas e Piracicaba, em São Paulo, afirma que, com a correria do dia a dia, os trabalhadores têm deixado o sono de lado. “As pessoas vão dormir cada vez mais tarde e continuam acordando cedo no dia seguinte”, diz.

É o caso do atendente Thiago da Silva, 23 anos, que trabalha à noite há um ano e meio e só consegue dormir cerca de três horas e meia por dia. A jornada de trabalho de SIlva é das 18h às 6h.

Ele afirma que vai para a cama às 10h e só consegue pegar no sono às 11h. "Quando deito sinto o corpo cansado, mas a mente continua trabalhando e demoro para conseguir dormir", conta.

Por volta das 14h30, o atendente acorda para tomar banho, almoçar, cuidar do filho de nove meses e ir para o trabalho. "Às vezes tenho sono no serviço, principalmente depois da folga [ele trabalha quatro dias e folga dois]. Nessas horas, levanto e bebo um copo de água para despertar", diz.

Segundo Yonekura, quem não consegue aumentar as horas diárias de sono, como Silva, pode aproveitar para tirar cochilos no ônibus, nos horários de estudo ou até mesmo após o almoço – 15 minutos já são o suficiente para repor as energias.

Sesta

Tem Empresas como a Apdata, em São Paulo, que oferecem sala de descanso com TV para funcionários relaxarem.
“Pescar” no trabalho uma vez ou outra, porém, é normal, dizem os médicos. Afinal de contas, não é todo o dia que dá para dormir tanto quanto o organismo precisa. O soninho depois do almoço também é comum, por conta da digestão.

Nesses casos, os especialistas indicam que o trabalhador levante, estique o corpo, tome um café e, se possível, tire um cochilinho de dez a quinze minutos antes de retornar ao serviço.

E para quem pensa que dormir no trabalho só acontece nos “sonhos”, há empresas que veem na soneca uma forma de aumentar o rendimento dos funcionários e oferecem espaços para o cochilo depois do almoço.

É o caso da Apdata, empresa do ramo de recursos humanos na cidade de São Paulo. A empresa possui, em um dos andares do seu prédio, uma sala de sonoterapia onde os trabalhadores podem dormir quando quiserem.

Luisa Nizoli, diretora executiva da empresa, diz que o período de maior movimento na sala da soneca é após o almoço, mas há usuários o dia todo. Ela diz que não há tempo limite para ficar na sala, mas os funcionários costumam tirar um soninho por no máximo 30 minutos.

Além de sala de sonoterapia, a empresa construiu também um salão de áudio e vídeo, sala de cromoterapia (tratamento relaxante por meio das cores), massoterapia (ambiente para massagens) e sala de estudo. A previsão é inaugurar, ainda neste ano, um espaço ao ar livre com pomar e redes.

Luisa revela que o ganho na produtividade dos funcionários foi de 60% após a inauguração dos espaços.

Sintomas

Quem não dorme bem acorda mal-humorado, com sonolência e sensação assemelhada à fadiga, dizem os médicos. “Muitas pessoas sentem esses desconfortos e não os associam ao sono. Eles pensam que estão anêmicos ou estressados com o trabalho”, diz Márcia.

Com o acúmulo de noites mal dormidas, surgem problemas como hipertensão, infartos, perda de memória e da capacidade cognitiva.

Isso porque o sono é responsável por restabelecer as energias perdidas durante o dia, descansar a mente e estimular a memória. “É durante o sono que gravamos as coisas que aprendemos durante o dia”, disse Yonekura.

Empresas

Toda empresa, obrigatoriamente, deve ter o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), que estuda as condições de saúde dos funcionários, o que inclui verificar quadros de sonolência, explica o médico do trabalho Alexandre Lourenço, vice-presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV).

Segundo ele, funcionários que estão com o problema devem avisar a empresa sobre o quadro e, se necessário, passar por tratamento.

Lourenço afirma que empresas com mais de 500 funcionários devem ter um médico do trabalho interno. As menores precisam oferecer um profissional que preste serviços externos aos funcionários.

Doenças

Há doenças que provocam o sono diurno e outras que atrapalham o sono à noite, tais como a apneia do sono (distúrbio que provoca ronco e interrupções na respiração durante o sono), obesidade, insônia, narcolepsia (ataques de sono repentinos), hipersonolência idiopática (sono excessivo o tempo todo), entre outras.

Os obesos, segundo os especialistas, têm maior dificuldade para respirar durante à noite, o que atrapalha o sono. Roncar demais também atrapalha um bom sono, pois significa que a pessoa está fazendo muito esforço para respirar, diminuindo a qualidade do repouso.

Nesses casos, é importante procurar um médico para tratar a doença.

Fonte: G1

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Como fazer uma boa papinha para o seu bebê

Descubra os passos para conseguir uma papa saborosa e alimentar bem o seu filho no primeiro ano de vida

Papinha: alimentos frescos e variedade

A partir dos seis meses , o aleitamento materno não atende totalmente as necessidades nutricionais do bebê e as papinhas são indicadas para complementarem a alimentação. E aí começam as dúvidas do que pode ser dado e de como fazer o filho gostar dos novos alimentos.

A nutricionista Raphaela Machado, da Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), indica que a alimentação complementar deve ser introduzida na vida da criança de maneira gradativa, para que as mães estejam atentas a possíveis reações alérgicas, e para que a criança conheça uma coisa de cada vez.

De acordo com a especialista, os alimentos deste período estão divididos em energéticos, reguladores e protéicos. O primeiro grupo são os legumes brancos e vegetais como batata, batata-doce e mandioca. Já no grupo dos alimentos reguladores entram as verduras e outros legumes e vegetais, que dão o colorido da alimentação. No terceiro, estão os alimentos protéicos, que são a carne e o feijão.

“No início desta apresentação, é indicado dar um alimento de cada vez, cozido no vapor ou refogado com um pouquinho de água, para que o bebê sinta a variedade dos alimentos. Depois disso, orientamos as mães a escolherem um alimento de cada grupo para fazer a papinha”, explica Machado. Segundo ela, seguir a alimentação complementar desta forma irá ajudá-lo na formação de um hábito alimentar mais saudável.

Como preparar a papa

Depois dos seis meses, a criança precisa começar a desenvolver a mastigação e a deglutição e, por isso, a alimentação precisa ser pastosa, e não liquidificada. No início da alimentação complementar, é recomendável deixar os alimentos bem cozidos (no vapor ou na panela com um pouco de água filtrada) e bem amassadinhos com um garfo. Depois dos nove meses, já se pode amassar menos até a criança aceitar alimentos mais sólidos.

De acordo com Pat Feldman, culinarista e criadora do Projeto Crianças na Cozinha, comprar ingredientes frescos é a principal diretriz. “No lugar de usar temperos prontos, é indicado usar ervas frescas e condimentos naturais, a variedade é imensa”, afirma. Mas os temperos também devem aparecer nos pratos gradativamente. “Primeiro, você pode colocar umas colherinhas de caldo de carne ou caipira feito em casa e alguma gordura como manteiga ou azeite extra virgem. Depois que a criança se acostuma com a textura dos alimentos, aí você poder incluir ervas, um pouco de sal, alho e a cebola refogados”, conta a especialista. Segundo Machado, em geral, na segunda semana de alimentação complementar, a papinha do bebê já deve ser completa.

A nutricionista indica que a papinha deve ter uma colher de sopa de cada alimento dos três grupos, o que daria em torno de 200 gramas de papa. “Mas não é uma regra, pois depende de todo o resto da alimentação diária do bebê, como as mamadeiras de leite e suco”, afirma.

O que pode e o que não pode

Segundo Machado, mesmo que não exista uma regra geral para a alimentação do bebê, a hora da sobremesa deve seguir alguns cuidados. “O bebê prefere o sabor mais adocicado, então, é bom só ferecer a papinha de frutas depois que ele tiver aceitado a papinha salgada”, explica a nutricionista. E nem sempre é preciso oferecer a sobremesa logo após a papinha salgada: “É importante que o doce não seja incentivado, porque senão ele irá aprender que só estará satisfeito depois de um prato doce”.

Alguns alimentos não devem ser dados ao bebê antes do um ano de idade, como o mel e o leite de vaca - o aleitamento materno deve permanecer no dia a dia da criança. “O desmame deve acontecer naturalmente, mas a partir dos seis meses é preciso ter um horário determinado, para a amamentação não ficar muito próxima da papinha salgada”, indica.

E se meu filho não gostar?

Tatiana Damberg, blogueira do www.mixirica.com.br e autora do livro “A panela amarela de Alice” (Editora Memória Visual), sobre como cozinhar para bebês, conta que é muito comum a criança gostar de algo num dia e no outro, não. “É bom oferecer várias vezes antes de concluir que ela não gosta de comer mesmo determinada coisa. Às vezes ela não quer comer somente naquele dia”, diz.

Papa de quinoa, feijão branco e banana, do livro "A panela amarela de Alice”, de Tatiana Damberg

Uma criança pode recusar a comida por razões diversas. Pat Feldman conta que ela pode estranhar por causa do gosto novo ou até pela temperatura. “Se estava quente e ela não aceitou, tente dar no dia seguinte diretamente da geladeira, ela pode preferir”, explica a culinarista. Além disso, mudar o tempero de uma mesma receita pode aumentar a aceitação do bebê. “Quando o tempero é natural, não precisa ter medo de usar, é só não exagerar, uma pitadinha de curry ou gengibre, por exemplo, já realça o sabor”, completa.

O importante é não desistir de oferecer. Machado revela que há casos em que o bebê não aceita outro alimento de sua mãe que não seja o leite materno. “Às vezes, se ele não quer comer quando a mãe oferece, se outra pessoa oferecer, ele pode aceitar”, afirma.

Além disso, evite se prender somente às papinhas mais comuns. De acordo com Damberg, dar apenas alguns pratos específicos, como de espinafre e frango, por exemplo, acaba sendo monótono para a criança. “Tem que ter jogo de cintura e variar. Se ela não gostar, vai cuspir, não vai querer comer”, diz. É importante consultar um especialista quando for iniciar a alimentação complementar para não correr riscos de dar alimentos que causem alergia ou seja pesado demais para a digestão.

Os 7 mandamentos da papinha perfeita

- Usar ingredientes frescos

- Cozinhar os alimentos no vapor ou na panela com um pouco de água filtrada

- No início, oferecer um alimento de casa vez

- Usar alimentos de diferentes grupos (energéticos, reguladores e protéicos) e temperar levemente com sal, ervas, cebola e alho refogados

- Variar bem as combinações

- Amassar a papa com o garfo, não bater no liquidificador

- Oferecer várias vezes um mesmo alimento à criança, mesmo se a criança recusar

Abaixo, conheça a receita da papinha salgada feita com quinoa, feijão branco e banana, do livro de Tatiana Damberg

Papa de quinoa, feijão branco e banana

3 colheres de sopa de feijão branco

1 colher de sopa de quinoa

1 banana

1 pedaço bem pequeno de cebola

½ folha de louro

Modo de preparo: Deixe o feijão branco de molho na geladeira da noite para o dia. Coloque o feijão na panela, com 500 ml de água, ½ folha de louro e um pedaço pequeno de cebola e cozinhe em fogo médio, até amolecer bem. Depois, junte todos os ingredientes restantes e amasse tudo muito bem com um garfo, até a papinha ficar pastosa. Sirva para o bebê quando estiver morna.



Fonte: Ig - Delas

quarta-feira, 12 de maio de 2010

VASOS E VARIZES MITO OU VERDADE?


A alta temperatura favorece o uso de roupas mais leves, como saias, vestidos e shorts. Entretanto, algumas mulheres não se sentem à vontade para utilizar essas peças, por sofrerem com problemas de vasos e varizes. Estima-se que uma a cada cinco mulheres tenha problemas vasculares.

Segundo a Dra. Tânia Antonialli, fisioterapeuta Dermato-Funcional, existem diversos fatores que influenciam o aparecimento dos temidos vasinhos, como hereditariedade, hábitos alimentares, postura (ficar muito tempo sentado ou em pé), excesso de exercícios físicos, tabagismo, gravidez ou até mesmo, o uso de anticoncepcionais.

Muitas mulheres têm dúvidas sobre o aparecimento dos vasos e varizes. Para ajudá-las a solucionar esse dilema, a Dra. Tânia esclarece algumas dúvidas:

Cera quente aumenta os vasos e varizes?

Não, o que ocorre neste caso é que quando a pessoa fica exposta há uma temperatura de calor excessivo pode dilatar as veias. Mas, como a depilação é um processo rápido, ela não pode ser o fator principal para o seu surgimento.

Drenagem Linfática: ajudar ou atrapalha?

Quando realizada de maneira correta, ou seja, com movimentos e pressão leve, seguindo o trajeto do sistema linfático, ajuda a diminuir o inchaço, a sensação de pernas cansadas e a dor, ela favorece o retorno sanguíneo. Ela pode ser realizada como tratamento e prevenção de varizes. Mas é importante sempre procurar um médico, pois existem algumas contra indicações como, por exemplo, a trombose venosa profunda.

Meias compressoras ajudam?

Elas ajudam a diminuir o inchaço nas pernas, principalmente em pessoas que passam muito tempo de pé ou sentadas. Mas, assim como no caso da drenagem, o uso da meia deve ser feita com indicação de um médico vascular.

Os exercícios pioram?

Quando praticados de forma moderada ajuda a prevenir o aparecimento dos vasos e varizes, devido à contração muscular que favorece o retorno do sangue ao coração. A falta ou excesso de atividade física, feita com esforço muito grande favorece o aparecimento das varizes.





Fonte: Dra. Tânia Antonialli – www.drenagem.com.br

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Nutricionistas advertem contra o mau uso da ração humana

Uso do produto não é programa de emagrecimento, dizem.
Excesso de fibras pode causar sérios problemas intestinais.

A ração humana, produto que virou moda entre os que gostam de incluir novidades na dieta, deve ser usada com cuidado, adverte a nutricionista Juliana Verzolla, especialista em nutrição funcional.

Quem quer perder peso pulando a etapa do exercício físico e da boca fechada não pode se enganar: o produto não é uma solução, nem um programa de emagrecimento.

"A ração tem que ser misturada com leite ou suco. As fibras possuem muito açúcar e, em excesso, elas fazem mal", diz Juliana, que dá outra dica: muita gente está usando a ração de forma equivocada, substituindo refeições.

“A ração alia produtos saudáveis, mas eles não se adaptam ao organismo de qualquer pessoa”, diz Verzolla.

Apenas uma vez por dia, diz nutricionista

Outra nutricionista, Flávia Morais, que trabalha para a rede Mundo Verde, especializada em produtos naturais, diz que o uso abusivo da ração, que pode ser comprada pronta ou com os ingredientes separados, implica numa série de riscos.

“A ração só pode ser tomada uma vez ao dia e de preferência na parte da manhã. Essa mistura de cereais em pó pode trazer um sério risco à saúde, caso seja tomada sem orientação de um profissional”, diz Flávia.

Ela descreve um possível quadro de problemas com o uso inadvertido da ração:

"A pessoa pode ter distensão abdominal ou até mesmo constipação intestinal, já que o organismo de cada um funciona de uma forma diferente", explica a nutricionista.

Flávia explica que a ração não é a fórmula para o emagrecimento e as fibras misturadas inibem o apetite. Ela alerta que exercícios físicos e dieta balanceada são essenciais para ter um corpo bonito e saudável. "A ração não tem segredo, é só saber conciliar atividades físicas com a mistura em pó", explica.

Ajuda no funcionamento do intestino

A principal razão que levou a economista Andréa Gomes, de 41 anos, a comprar ração humana foi acreditar na ajuda para o bom funcionamento do intestino.

"A ração deixou a minha pele e o meu cabelo mais bonitos, mas o principal diferencial foi que meu intestino está funcionando muito bem", acredita Andréa. Ela optou por comprar os ingredientes separados e fazer a mistura em casa.

Cecília Bastos, de 57 anos, resolveu comprar a ração humana por indicação de um amigo. "Ele falou que faz bem à saúde e que tudo funciona melhor, vou pagar pra ver, né?", informa a psicóloga.

Para Rachel Correia, a ração serviu para a família toda emagrecer. "Aqui em casa eu, meu filho e meu marido tomamos a ração misturada com leite e com uma fruta. Assim fica mais gostoso", diz a funcionária pública, de 39 anos.

Fonte: G1

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Vacinação contra a gripe H1N1 é prorrogada no Rio

Imunização pode ser feita até o dia 7 de maio em qualquer posto da cidade.

No Rio, a expectativa é vacinar 2,7 milhões de pessoas.

A vacinação contra o vírus Influenza A (H1N1) foi prorrogada até o dia 7 de maio no Rio. Jovens de 20 a 29 anos, doentes crônicos e crianças de 6 a 23 meses que ainda não se vacinaram contra a doença poderão se imunizar em qualquer posto de saúde da cidade. A informação foi publicada nesta segunda-feira (26) no Diário Oficial do município.

As gestantes também poderão tomar a vacina, porém o prazo vai até o dia 21 de maio, o mesmo das pessoas maiores de 60 anos com doenças crônicas, cuja imunização começou no último sábado (24).

Os idosos também poderão aguardar até o dia 8 de maio, Dia Nacional da Vacinação Contra a Gripe Comum, e tomar as duas vacinas de uma única vez, evitando assim duas idas aos postos de saúde.

A ação faz parte de uma estratégia do Ministério da Saúde para imunizar os grupos mais suscetíveis à doença. No Rio, a expectativa é vacinar, ao todo, 2,7 milhões de pessoas durante toda a campanha.

Para tomar a vacina, a pessoa deve levar documento de identidade. Quem tiver carteira de vacinação também deve apresentá-la no posto de saúde.


Confira o calendário de vacinação:

- Até 21 de maio: gestantes

- Até 7 de maio: doentes crônicos, exceto idosos e crianças de 6 meses a 2 anos incompletos (prorrogado)

- Até 7 de maio: jovens de 20 a 29 anos (prorrogado)

- Dia 24 de abril a 21 de maio: idosos com mais de 60 anos com doenças crônicas

- Dia 10 de maio a 21 de maio: pessoas de 30 a 39 anos

Em caso de dúvidas sobre calendário e locais de vacinação, o telefone do Telessaúde é 3523-4025.

Fonte: G1

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Vacinar alunos reduz em 60% casos de gripe, diz estudo



O Jornal Estado de São Paulo publicou que a imunização de crianças e adolescentes pode reduzir em cerca de 60% os casos de gripe em uma comunidade. É o que mostra um estudo publicado hoje por pesquisadores canadenses no Journal of the American Medical Association (JAMA). Contudo, a maior parte dos países do mundo, incluindo o Brasil, não costuma imunizar a faixa etária dos 3 aos 15 anos. Eles optam por priorizar grupos com mais mortes provocadas pela doença, como idosos ou crianças com menos de 2 anos.

O trabalho mostrou que crianças vacinadas não sofrem contágio na escola e, dessa forma, não levam o vírus para casa. O efeito é conhecido pelos epidemiologistas como imunidade de rebanho, pois a vacinação de um grupo protege os demais membros da comunidade.

O estudo analisou a gripe comum, mas especialistas sugerem que uma estratégia semelhante ajudaria no combate à pandemia de Influenza A (H1N1), a chamada gripe suína. "A principal implicação (do artigo) é que crianças e adolescentes devem ser incluídos no público-alvo de vacinação para influenza", afirmou o principal autor do trabalho, Mark Loeb, da Universidade McMaster.

No Brasil, a campanha de vacinação contra gripe A NÃO vai oferecer imunização gratuita para pessoas com idade entre 3 e 19 anos. O Ministério da Saúde afirma que a campanha de vacinação não pretende conter a pandemia - algo que já seria impossível -, mas evitar os casos graves.

Cliente Pello Menos - NÃO DEIXE DE VACINAR SEU FILHO.

A vacina contra o vírus H1N1 estará disponível nas clínicas particulares a partir de abril/2010.

Vá a uma Unidade das Clínicas Prophylaxis e ganhe 10% de desconto na vacinação contra o Vírus H1N1, basta apresentar seu cartão Fidelidade Pello Menos.

Esta é a dica da Unidade Prophylaxis Botafogo: Rua Real Grandeza, 139 – sala 601.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Me queimei demais, e agora?

Cuidados apenas aliviam os sintomas

Uma vez que a pele já sofreu a queimadura solar, nada vai reverter a ação prejudicial causada pelo sol. Todo e qualquer tratamento a ser instituído visa apenas o alívio dos sintomas.

Ao contrário do que algumas propagandas divulgam, não adianta nada passar hidratantes depois de se queimar com a promessa de manter a pele bonita. O hidratante apenas trará conforto e alívio para a sensação de ressecamento que se segue, mas o mal já está feito, e mais um degrau do envelhecimento cutâneo foi subido.

De qualquer forma, em caso de queimaduras solares intensas, algumas medidas podem ser tomadas para diminuir a dor e a incômoda sensação de calor.

• Para combater o calor usa-se o frio: banhos frios de imersão vão trazer bastante alívio.

• Produtos refrescantes e calmantes contendo calamina, cânfora, mentol, azuleno e aloe vera podem ajudar a diminuir a sensação da pele queimada.

• Para a face, compressas frias com chá de camomila fraco podem ajudar.

• Casos mais intensos, podem necessitar de corticosteróides de uso tópico associados alguns tipos de anti-inflamatórios e analgésicos. Estes medicamentos devem ser indicados por um médico DERMATOLOGISTA de acordo com cada caso.

Atenção: nunca queime novamente a pele que acabou de descascar. Proteja-a intensamente do sol, pois a pele descascada está mais fina e muito mais sensível. O dano causado será ainda maior do que o normal.

Se você está de férias, já descascou e quer voltar à praia, use filtros solares de alta proteção, preferindo os bloqueadores solares que contenham filtros físicos (deixam a pele encoberta).

E lembre-se, prevenir é melhor do que remediar... Da próxima vez não esqueça de se proteger, mesmo em dias nublados.



Fonte: dermatologia.net

segunda-feira, 12 de abril de 2010

AIDS - COMBATENDO O PRECONCEITO COM INFORMAÇÃO


• A AIDS é uma doença crônica causada pelo vírus HIV. O vírus HIV destrói as células responsáveis pela defesa do nosso organismo, o sistema imunológico. Assim, abre as portas para doenças oportunistas, como a tuberculose, que pode levar à morte.
• Além da AIDS, existem diversas outras DSTs, como candidíase, gonorréia e sífilis. Se você notar sintomas de alguma dessas doenças, procure logo um médico.
• A AIDS e outras DSTs são transmitidas através das relações sexuais, por isso é necessário usar camisinha para se prevenir. Pense na sua saúde e seja responsável com seu parceiro.
• Compartilhar seringas também pode transmitir o vírus HIV.
• Se você ficou exposto a alguma situação de risco, como sexo sem camisinha, seringa ou agulha compartilhada ou transfusão de sangue, faça o teste da AIDS. Caso você tenha contraído o vírus HIV, quanto antes você souber é melhor, para que o tratamento tenha melhores resultados e para evitar transmitir o vírus a outras pessoas.
• Com orientação médica e fazendo o tratamento, a vida de uma pessoa soropositiva (que possui HIV) pode ser saudável.
• Mulheres soropositivas podem ter filhos não-portadores do HIV. Com acompanhamento médico e os medicamentos certos, a probabilidade de a criança nascer soropositiva é de apenas 2%. Sem nada, sobre para 35%. O leite materno também transmite o vírus HIV.
• O Brasil acumula mais de 470 mil casos de AIDS desde 1980.

A melhor forma de combater o preconceito é com informação:

• Com beijo, abraço, aperto de mão, picada de inseto, compartilhando copos e talheres, na privada, pelo ar e doando sangue não se pega AIDS.
• Relações sexuais sem camisinha, compartilhando seringas ou agulhas, em transfusões de sangue e na amamentação se pega AIDS.
• Não há grupos de risco para AIDS: pesquisas mostram que a maioria dos novos contágios acontece em relações heterossexuais e que 40% das novas infecções em todo o mundo atingem mulheres de 15 a 25 anos.

Além da AIDS e das outras DSTs, vale pensar também na questão de drogas:

• Tomar bebidas alcoólicas exageradamente leva à dependência e prejudica nossa concentração.
• Consumir drogas ilegais, além dos efeitos físicos e psicológicos, traz problemas com a Justiça.



FONTE: revista interna – empresa Anglo American

quarta-feira, 31 de março de 2010

Quando a academia machuca

Exercícios feitos com pressa e sem orientação têm grande risco de provocarem lesões

O verão é justificativa para malhar e definir o corpo rapidamente. O inverno também é justificativa para pensar em fazer execícios, já que é preciso se preparar para o verão. Não há uma estação fixa para procurar a academia, mas há consequências doloridas para quem quer chegar à boa forma sem paciência e parcimônia. Lesões nos ombros, joelhos e lombar são as mais comuns e podem levar à mesa de cirurgia se não forem tratadas logo no início.

"Exercícios sem orientação profissional levam à sobrecarga de peso, causando lesões", diz Rene Abdalla, ortopedista do Centro de Ortopedia e Reabilitação Esportiva do Hospital do Coração de São Paulo. Foi o que aconteceu com a funcionária pública Ana Cristina Alvares, de 40 anos. Ela teve uma condromalácia patelar, que é uma inflamação na patela, antiga rótula. Durante algum tempo, seu joelho ficava inchado e quente após os exercícios. "Se eu ia duas ou três vezes à academia, ele ficava inchado no fim de semana e eu não conseguia ir na semana seguinte", afirma. Doeu tanto que ela parou de malhar – nem mesmo caminhadas ela conseguia fazer. Foi quando resolveu buscar ajuda e contratou um personal trainer. "Ele me indicou quais exercícios eu deveria fazer e quais tinha que abandonar. A partir daí, consegui praticar academia sem me preocupar com o inchaço do joelho", diz.

Segundo Vânia Almeida, educadora física e autora do blog Cuidando do Corpo, o principal perigo da academia é a euforia. "As pessoas correm atrás de um 'corpo perfeito' de maneira 'cega', inconsequente". E isso pode provocar lesões muitas vezes irreversíveis. Não foi o caso de Ana Cristina, mas ela teve que parar de fazer step, street dance, spinning e outras aulas de bicicleta ergométrica.

A musculação sem orientação de um professor pode causar lesões, mas as aulas de body pump, lutas, step, spinnig e ginástica funcional podem ser piores. "Como as aulas são cheias e o professor tem de fazer os exercícios e incentivar os alunos, nem sempre ele consegue corrigir todo mundo", afirma o colunista de ÉPOCA Marcio Atalla, professor e criador do movimento BemStar. Um exercício errado pode forçar tanto o joelho quanto a coluna, prejudicando a qualidade do movimento e a boa saúde das articulações. As lesões mais frequentes são a tendinite (inflamação nos tendões) e estiramentos musculares.
Só a academia pode fazer mal à saúde? Não. Segundo Atalla, a corrida é a maior responsável por lesões: 30% das pessoas acabam se machucando durante os treinos. O atleta de fim de semana também pode sentir muita dor se exagerar no exercício. "Ele terá lesões para sempre se machucar e não der tempo para o músculo se recuperar", diz Atalla.

Uma das dores mais incômodas, e que atinge 80% da população, é a dor nas costas, ou lombalgia. De acordo com a professora Vânia, há vários motivos para isso: má postura, uso de salto alto, estresse, idade, lesões e excesso de peso. Alguns exercícios, em vez de piorar esse problema, ajudam a revertê-lo. "O fortalecimento dos músculos paravertebrais (do dorso) e abdominais e o treino de flexibilidade, especialmente para os músculos lombares e posteriores da coxa, têm um papel bastante importante na prevenção das lombalgias", afirma. Os exercícios físicos são importantes para a manutenção da boa saúde e da qualidade de vida, mas só se praticados de forma adequada e com orientação. Confira, no infográfico abaixo, quais as princiais partes do corpo que sofrem de acordo com a atividade praticada. E siga as dicas dos especialistas para evitar dores indesejadas.


Dicas dos especialistas para evitar lesões

• Faça a programação do que pretende trabalhar durante a semana. Por pior que seja a programação, será melhor que o improviso. A ideia é trabalhar equilibradamente os grupos musculares, sem sobrecarregar nenhum;

• Não tenha pressa nem trabalhe com uma carga maior do que é capaz;

• Descanse: malhar todos os dias o mesmo grupo muscular pode causar lesões graves;

• Alongue antes e depois dos exercícios e aqueça antes. No caso da musculação, faça a primeira série com menos peso;

• Pegue leve no primeiro mês de aula;

• Faça uma avaliação física prévia (clínica, cardiológica e ortopédica);

• Se já possui algum histórico de dores ou inflamações, procure um médico antes de começar a se exercitar;

• Para esportes envolvendo corridas, escolha um par de tênis adequado que protejam os membros inferiores dos impactos e repetições de movimentos;

• Use roupas com tecidos que permitam uma transpiração mais livre (dry-fit);

• Faça exercícios preventivos que fortaleçam os músculos, tendões e ligamentos e que praparem o corpo para a atividade.

Fonte: : Vila Mulher

terça-feira, 30 de março de 2010

10 ALIMENTOS PARA VIVER MAIS

Conheça alguns dos alimentos que a ciência já comprovou serem capazes de prevenir doenças e a quantidade indicada para potencializar seus benefícios.

AVEIA

Ajuda a diminuir o colesterol ruim, o LDL. Ganhou o selo de redutor do risco de doenças cardíacas da FDA, agência americana de controle de alimentos e remédios.
Quantidade recomendada: 40 gramas por dia de farelo ou 60 gramas da farinha.

ALHO

Reduz a pressão arterial e protege o coração ao diminuir a taxa de colesterol ruim e aumentar os níveis do colesterol bom, o HDL. Pesquisas indicam que pode ajudar na prevenção de tumores malignos.
Quantidade recomendada: um dente por dia (para diminuir o colesterol e a pressão arterial).

AZEITE DE OLIVA

Auxilia na redução do LDL. Sua ingestão no lugar de margarina ou manteiga pode reduzir em até 40% o risco de doenças do coração.
Quantidade recomendada: 15 mililitros por dia ou uma colher (de sopa rasa).

CASTANHA-DO-PARÁ

Assim como noz, pistache e amêndoa, auxilia na prevenção de problemas cardíacos. Também ganhou o selo de redutora de doenças cardiovasculares da FDA.
Quantidade recomendada: 30 gramas por dia ou de cinco a seis unidades.

CHÁ VERDE

Auxilia na prevenção de tumores malignos. Estudos indicam ainda que pode diminuir as doenças do coração, prevenir pedras nos rins e auxiliar no tratamento da obesidade.
Quantidade recomendada: de quatro a seis xícaras por dia (para reduzir os riscos de gastrite e câncer no esôfago).

MAÇÃ

Ajuda a prevenir tumores malignos, diz o médico Michael Roizen. O consumo regular de frutas variadas auxilia na redução de doenças cardíacas e da pressão sangüínea, além de evitar doenças oculares como catarata.
Quantidade recomendada: cinco porções de frutas por dia.

PEIXES

Os peixes ricos em ômega 3, como a sardinha, o bacalhau e o salmão, são poderosos aliados na prevenção de infartos e derrames. Estudos indicam também que reduzem dores de artrite, melhoram a depressão e protegem o cérebro contra doenças como o mal de Alzheimer.
Quantidade recomendada: pelo menos 180 gramas por semana (para reduzir o risco de doenças cardiovasculares).

SOJA

Ajuda a reduzir o risco de doenças cardiovasculares, segundo a FDA. Seu consumo regular pode diminuir os níveis de colesterol ruim em mais de 10%. Há indicações de que também ajuda a amenizar os incômodos da menopausa e a prevenir o câncer de mama e de cólon.
Quantidade recomendada: 150 gramas de grão de soja por dia, o equivalente a uma xícara de chá (para reduzir o colesterol).

TOMATE

Auxilia na prevenção do câncer de próstata.
Quantidade recomendada: uma colher e meia (sopa) de molho de tomate por dia.

VINHO TINTO

A uva vermelha, presente no vinho ou no suco, ajuda a aumentar o colesterol bom e evita o acúmulo de gordura nas artérias, prevenindo doenças do coração.
Quantidade recomendada: dois copos de suco de uva ou uma taça de vinho tinto por dia.


* As quantidades de alimentos indicadas se referem apenas à prevenção das doenças especificadas. A dosagem ideal para o combate das demais ainda não foi identificada pelos pesquisadores.

Por: Dr. Cláudio Meletti