quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Cuidado com a Hidratação no Verão



Todas nós sabemos da importância de mantermos o corpo hidratado, principalmente no verão. E por conta disso mantemos o hábito de levar aquela garrafinha plástica com água para a prática de nosso esporte favorito.

Precisamos rever este hábito.

Como a garrafinha fica exposta ao calor (na bolsa, no carro e etc..) ela libera um composto químico que faz parte de sua composição, o Bisfenol A.

O Bisfenol A é uma substância que segundo estudo do Environment Califórnia Research and Policy Center - Instituição Americana de Proteção Ambiental, estimula a proliferação de células do Câncer de Mama, afeta a fertilidade e o desenvolvimento do cérebro, além de desencadear alterações no sistema imunológico.

O ideal é usar garrafas de vidro ou alumínio ou se quiser continuar usando a de plástico, que seja uma única vez.


Fonte: Dra. Bianca Araújo de Oliveira de Curitiba em entrevista para a revista Boa Forma.

Drible o Verão caloroso com os vestidos


Uma peça reina em absoluto neste verão. A moda aponta para o vestido longo, curtíssimo, estampado, balonê. Enfim, você pode usá-lo a todo momento e ocasião. Mas confira alguns cuidados antes de sair às compras.


"O longo é a grande tendência para o dia-a-dia, desde que usado com rasteirinhas", aconselha a personal stylist Nazareth Amaral. A profissional diz que quando acompanhado com salto alto, o longo deve se restringir a festas de gala.

Já a consultora de imagem Sabina Donadelli não aposta muito nos longos para serem usados a luz do dia. "Este modelo é restrito para as pessoas que curtem moda. Ele vai sumir das vitrines sem que tenha chegado ao grande público", afirma.

Para Sabina, o verão brasileiro pede os minivestidos. "Eles combinam mais com o estilo sexy da mulher". Mas para não tornar vulgar o modelo sensual, opte por peças mais soltas do corpo.

E atenção, o mini exige cuidados especiais. "A mulher que pretende usar um vestido curto deve estar com as pernas bonitas, depiladas e bronzeadas", diz Nazareth Amaral.

Ao contrário do longo, o curtinho pode ser usado tanto com rasteirinhas como com sapatilhas e, ainda, com salto alto, principalmente se for para freqüentar uma balada. "O minivestido com escarpin fica ótimo para a noite", destaca a personal stylist.

E não se esqueça de abusar do balonê. De acordo com Nazareth, ele ainda está super em alta.

A versão longuete também não deve ser descartada. "Seguindo o estilo dos anos 50 e 60, esse modelo fica bom com cintos, faixas e todo tipo de calçado. É um vestido elegante, indicado para ser usado no trabalho", explica a personal stylist Nazareth Amaral.

Cores e estampas

Os tons predominantes neste verão, segundo Nazareth Amaral, são o azul, o verde, o amarelo, o roxo e o vermelho. Sabina Donadelli diz ainda que a mulher deve apostar no branco e no preto, as cores, que de acordo com a consultora, ficam para sempre.

Se você quiser optar por uma cor da temporada, sem que a peça seja deixada de lado na próxima estação, Sabina dá a dica: "compre a cor do verão que mais combina com o que você já tem no guarda-roupa".

O brilho definitivamente caiu no gosto das brasileiras. "Peças com paetês dourados e prateados são coringas e podem ser usadas até no inverno, acompanhadas por uma pantalona", destaca Sabina Donadelli.

Quanto às estampas, Nazareth Amaral aposta nos florais e também nos desenhos geométricos. Já as imitações de pele de animal, segundo Sabina, ainda permanecem no cenário da moda, mas já não são mais tendência.

Um toque especial

Faixas e cintos estão sendo usados sobre vestidos para marcar a silhueta ou simplesmente dar um toque especial à peça. A consultora Sabina Donadelli ensina como usar esses acessórios.
- Para mulheres altas: a faixa deve ser usada próxima à cintura;
- Para as baixinhas: use a faixa ou cinto logo abaixo dos seios, isso dá a impressão que a silhueta foi alongada;
- Para as gordinhas: o melhor é não usar esse tipo de acessório. Dê preferência para os modelos mais soltos do corpo.





Fonte: http://moda.terra.com.br

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Pilates: benefícios para a gestante e para o bebê


Especialista em Pilates para gestantes, a instrutora Ludmila Pedroso, em São Paulo, explica que os movimentos exigidos pela prática ajudam a:

- Evitar as famosas dores nas costas, melhorando a postura
- Aliviar dores e inchaços nas pernas e a fortalecê-las para que aguentem mais peso e liberem a sobrecarga na coluna
- Trabalhar os braços, importantes para cuidar do bebê, que vai ficar cada vez mais pesadinho
- Evitar a incontinência urinária por meio do trabalho do períneo
- Auxiliar a contração abdominal (o que facilita o trabalho de parto mais tarde)
- Estabilizar as articulações contra possíveis lesões
- Trabalhar a respiração, que auxilia no relaxamento do corpo entre uma contração  e outra


O bebê também é beneficiado quando a mãe pratica Pilates:

- Recebe endorfina, o hormônio do relaxamento, através da placenta, o que contribui para o bem-estar dele;
- Tem um crescimento adequado dentro do útero, já que a gestante controla melhor seu peso;
- Sente a tranquilidade da mamãe, que deve estar mais disposta e com a autoestima lá em cima!


Precaução: Não é aconselhável praticar Pilates (ou ioga) sozinha.

"Especialmente da metade da gravidez para a frente, a grávida só deve praticar exercícios acompanhada de um profissional", frisa Alexandre Pupo.

"É que, com o crescimento do útero, o centro de gravidade do corpo da mulher se desloca para a frente e seu eixo de equilíbrio fica alterado. Se ela não estiver acompanhada, pode correr mais riscos de cair", avisa o médico.



Autor: Thays Prado
Fonte: http://bebe.abril.com.br/

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Graças a Deus alguém atendeu as nossas preces.

Mercado quer acabar com as diferenças de tamanho dentro da mesma numeração das peças

Quem nunca ficou na dúvida quando foi questionado sobre o tamanho de roupa que usa? Afinal, é muito comum no Brasil o manequim 44, por exemplo, ter tamanhos diferentes, dependendo do modelo - até agora, não existia no Brasil uma padrão bem definido para o vestuário.

Para mudar isso, a Associação Brasileira do Vestuário (Abravest), em parceria com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), propôs uma norma de padronização que promete atender a reais necessidades do mercado de vestuário no país. Ou seja, o tamanho das roupas levará em conta o estilo de corpo do brasileiro e o tamanho P, M e G seguirão um padrão único.

Isso irá permitir, segundo Roberto Chadad, presidente da Abravest, uma economia e racionalização na produção. “será possível reduzir custos de 5% a 8%, uma vez que as empresas irão perder menos tecidos e o encaixe dos modelos será mais facilmente formado no computador. O valor final do produto tenderá a cair e quem ganhará é o consumidor.”

Após ter feito uma consulta pública com empresários, lojistas e consumidores, o vestuário infantil foi alvo de alteração da norma.Uma das principais mudanças é que o tamanho da roupa para crianças não levará mais em consideração a idade, e sim a estatura. Isso porque, de acordo com Chadad, hoje em dia, “as crianças crescem de maneira disforme”.

Além disso, para cada estatura, a empresa poderá levar em conta na fabricação 24 medidas do corpo. A medida facilitará as compras pela internet, pois o tamanho da roupa será especificado com mais detalhes.

A apresentação oficial das normas do vestuário infantil será feita no próximo dia 9 de dezembro e a intenção é que, até o final de novembro, aconteça a primeira reunião para decidir as novas regras do vestuário masculino e feminino. “Em janeiro, o fabricante já poderá fazer o produto dentro das normas e receberá uma etiqueta de qualidade da Abravest”, diz Chadad.

A estudante de direito Priscila Pimentel, além de consumidora, já trabalhou em loja e acha que a padronização irá gerar conflito. “As pessoas já se acostumaram com o estilo de roupa de determinadas lojas. Eu, por exemplo, tenho uma estrutura pequena e não sei se o tamanho P dessa nova regra me vestirá bem”, diz.

Para Maria Inês Dolci, coordenadora da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste), no entanto, a padronização é necessária e dá ao lojista uma maneira mais clara e segura de vender o produto, além de diminuir as trocas, o que beneficia tanto o fabricante como o consumidor.


O QUE MUDA

O tamanho das roupas infantis não levarão mais em consideração a idade, mas a estatura da criança.
Os tamanhos P, M e G seguirão um padrão único, o que poderá diminuir as trocas.
Poderão ser usadas na complementação da modelagem 24 medidas, o que facilita compras online


Fonte: Jornal da tarde – Matéria feita por Lígia Toun

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O que fazer com remédios fora da validade que sobram?

Muita gente tem o hábito de jogar os medicamentos que não servem mais no lixo, na pia ou no vaso sanitário. Uma agressão ao meio ambiente. Quando descartados dessa forma, os remédios acabam chegando aos rios, mares e lagos.


Um grupo de pesquisadores de uma universidade de Curitiba estuda desde 2005 a influência dos medicamentos no meio ambiente. Eles coletaram várias amostras de água de um dos maiores reservatórios usados no abastecimento da cidade. O material foi analisado em laboratório. Os resultados são preocupantes.

Embora em pequena quantidade, as substâncias presentes em anti-inflamatórios, antibióticos e anticoncepcionais foram encontradas na água. Outros testes comprovaram que elas provocam alterações no DNA de peixes e tornam as bactérias presentes na água mais resistentes.

"Os medicamentos são poluentes que não conseguem ser eliminados em estações de tratamento de esgoto e de água. Pode reverter em problema de saúde ambiental e de saúde humana mesmo", comenta a pesquisadora Cíntia Ribas de Oliveira.

Em Curitiba há um sistema de coleta especial. Em cada dia da semana um caminhão fica parado perto de um terminal de ônibus da cidade. Além de medicamentos recebe pilhas, baterias, lâmpadas. Todo o material recolhido vai para uma central de tratamento de resíduos.

“Deveria aumentar os pontos em mercados, para que não se tenha a desculpa”, aconselha a analista de finanças Cláudia Batista.



Pello Menos diz: No Rio de Janeiro desconhecemos esta coleta seletiva, mas vamos nos informar como proceder para divulgarmos aqui em nosso Blog.


A fonte: Bom Dia Brasil