É com grande satisfação que informamos mais um parceiro para o nosso CLUBE DE VANTAGENS. O ESPAÇO ZEN PILATES, que fica localizado no Centro do Rio de Janeiro.
As clientes/colaboradores que apresentarem o cartão Fidelidade, terão descontos entre 6 e 10% dependendo da quantidade de sessões que fecharem com a clínica.
Texto: Luana Santos - Marketing
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Foliculite
Para quem não sabe, foliculite é uma inflamação no folículo capilar, o lugarzinho onde nasce o pêlo - e pode ser muito mais comum do que muita gente pensa.
Esta inflamação normalmente ocorre após uma tentativa do pêlo "sair para fora da pele e não conseguir", explica o dermatologista Orlando Sanches, coordenador geral da Pós-Op, clínica especializada em pré e pós-operatório, em São Paulo.
A origem do problema se encontra em pequenos atos, que passam despercebidos e são comumente realizados no dia-a-dia. "Fatores como o atrito das roupas, depilação por lâmina ou cera e qualquer outra situação onde seja gerado um espessamento superficial da pele fazem com que o pêlo não consiga crescer naturalmente e fique preso dentro do folículo. Também existe a possibilidade de uma contaminação por bactérias ou fungos que possam gerar esse espessamento", esclarece o médico.
Orlando afirma que não existe um padrão específico de paciente que pode adquirir esse incômodo, embora pessoas da raça negra ou asiática possam desenvolver uma tendência maior do que as outras. "Por terem uma produção maior de colágeno, podem ter uma pele mais espessa, e isto sim poderá causar um tipo de foliculite", diz o especialista.
A sorte é que essa inflamação tem como ser curada e evitada de um jeito fácil. Precisa apenas de dedicação, como em qualquer outro tratamento e, claro, orientação médica. "As melhores opções são esfoliações químicas ou mecânicas. Dentre as químicas estão os peelings de ácido glicólico, salicílico ou mandélico - que são realizados exclusivamente em clínicas por profissionais capacitados. Dentre os tratamentos mecânicos estão o peeling de diamantes e o peeling de cristal - também realizados somente em clínicas", orienta Orlando. A pessoa não deve se expor ao sol antes ou depois da esfoliação, pois a região pode manchar mais facilmente. Após o procedimento, é muito importante que se use um bom hidratante na região.
Em casos mais graves, a foliculite tem que ser tratada por remoção de pelos a laser. "Existem pacientes que desenvolvem inflamações extremamente severas que se tornam infecções e que acabam necessitando uma remoção cirúrgica. Esses casos merecem atenção especial e o laser é a melhor solução", afirma o profissional.
Como o melhor de tudo é sempre não correr riscos e se prevenir, Orlando recomenda: "Não use roupas muito justas - e esta orientação vale também para roupas íntimas. Se já teve ocorrência de foliculite, vale observar qual foi a região e avaliar a necessidade de depilação ou não daquela região e, quem sabe, alterar o método de depilação do local. Em casos mais simples, procure sempre um cosmetólogo ou esteticista para avaliar tratamentos possíveis", indica o médico.
Fora isso, Orlando indica receitinhas caseiras de esfoliação bem bacanas e de fácil aplicação em casa. Basta misturar mel com açúcar ou água com fubá, até formar uma pasta uma fina camada da combinação sobre a região a ser tratada. Após alguns minutos, quando a massa ficar mais consistente, massageie com movimentos circulares, até remover a camada.
Por Tissiane Vicentin (MBPress) - Vila Mulher
Esta inflamação normalmente ocorre após uma tentativa do pêlo "sair para fora da pele e não conseguir", explica o dermatologista Orlando Sanches, coordenador geral da Pós-Op, clínica especializada em pré e pós-operatório, em São Paulo.
A origem do problema se encontra em pequenos atos, que passam despercebidos e são comumente realizados no dia-a-dia. "Fatores como o atrito das roupas, depilação por lâmina ou cera e qualquer outra situação onde seja gerado um espessamento superficial da pele fazem com que o pêlo não consiga crescer naturalmente e fique preso dentro do folículo. Também existe a possibilidade de uma contaminação por bactérias ou fungos que possam gerar esse espessamento", esclarece o médico.
Orlando afirma que não existe um padrão específico de paciente que pode adquirir esse incômodo, embora pessoas da raça negra ou asiática possam desenvolver uma tendência maior do que as outras. "Por terem uma produção maior de colágeno, podem ter uma pele mais espessa, e isto sim poderá causar um tipo de foliculite", diz o especialista.
A sorte é que essa inflamação tem como ser curada e evitada de um jeito fácil. Precisa apenas de dedicação, como em qualquer outro tratamento e, claro, orientação médica. "As melhores opções são esfoliações químicas ou mecânicas. Dentre as químicas estão os peelings de ácido glicólico, salicílico ou mandélico - que são realizados exclusivamente em clínicas por profissionais capacitados. Dentre os tratamentos mecânicos estão o peeling de diamantes e o peeling de cristal - também realizados somente em clínicas", orienta Orlando. A pessoa não deve se expor ao sol antes ou depois da esfoliação, pois a região pode manchar mais facilmente. Após o procedimento, é muito importante que se use um bom hidratante na região.
Em casos mais graves, a foliculite tem que ser tratada por remoção de pelos a laser. "Existem pacientes que desenvolvem inflamações extremamente severas que se tornam infecções e que acabam necessitando uma remoção cirúrgica. Esses casos merecem atenção especial e o laser é a melhor solução", afirma o profissional.
Como o melhor de tudo é sempre não correr riscos e se prevenir, Orlando recomenda: "Não use roupas muito justas - e esta orientação vale também para roupas íntimas. Se já teve ocorrência de foliculite, vale observar qual foi a região e avaliar a necessidade de depilação ou não daquela região e, quem sabe, alterar o método de depilação do local. Em casos mais simples, procure sempre um cosmetólogo ou esteticista para avaliar tratamentos possíveis", indica o médico.
Fora isso, Orlando indica receitinhas caseiras de esfoliação bem bacanas e de fácil aplicação em casa. Basta misturar mel com açúcar ou água com fubá, até formar uma pasta uma fina camada da combinação sobre a região a ser tratada. Após alguns minutos, quando a massa ficar mais consistente, massageie com movimentos circulares, até remover a camada.
Por Tissiane Vicentin (MBPress) - Vila Mulher
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Mulheres, façamos a nossa parte!
O Banco de Cadeira de Rodas, um de nossos parceiros, está pedindo nossa colaboração em uma empreitada para ajudar a todos.
Para preservar o meio ambiente e ajudar ao BCR a comprar cadeira aos deficientes que não possuem condições em adquirir, guarde seu óleo de cozinha usado numa garrafa PET(garrafa plástica) e leve a um Ponto de Recolhimento Voluntário do BCR!

Acredite, um litro de óleo de cozinha usado,o qual normalmente jogamos fora pelo ralo da pia, é capaz de contaminar um milhão de litros de água.
Um milhão de litros de água é o que uma pessoa usa durante 14 anos.
Faça a sua parte!
Para preservar o meio ambiente e ajudar ao BCR a comprar cadeira aos deficientes que não possuem condições em adquirir, guarde seu óleo de cozinha usado numa garrafa PET(garrafa plástica) e leve a um Ponto de Recolhimento Voluntário do BCR!

Acredite, um litro de óleo de cozinha usado,o qual normalmente jogamos fora pelo ralo da pia, é capaz de contaminar um milhão de litros de água.
Um milhão de litros de água é o que uma pessoa usa durante 14 anos.
Faça a sua parte!
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
O poder do iogurte
Quem não gosta de iogurte?
Entenda o processo de fabricação e aprenda a escolher e preparar receitas saudáveis com esse ingrediente prático e delicioso.
Com certeza, você sabe exatamente onde comprar. O que mais sabe sobre iogurte? Já deve ter ouvido falar que faz bem, mas sabe mesmo como aproveitar o que ele tem de melhor?
O que é? De onde veio?
Basicamente, o iogurte é um produto fermentado do leite. É provável que tenha nascido na Ásia, mas os primeiros registros escritos do seu consumo foram feitos na Turquia, em 1070 d.C.
Tipos
Os iogurtes podem ser feitos com diferentes tipos de leite: de vaca, cabra, ovelha, búfalo ou camelo, entre outros.
Nossa legislação os classifica quanto ao teor de matéria gorda da seguinte forma:
• Integrais: matéria gorda mínima de 3g/100g;
• Semidesnatados: matéria gorda máxima de 2,9g/100g;
• Desnatados: matéria gorda máxima de 0,5g/100g.
Como é feito?
A maioria dos iogurtes é feita por meio de um processo antigo que transfere para o produto em fabricação bactérias de outros lotes em fase mais avançada de cultura. Durante a etapa de fermentação, as bactérias consomem o açúcar natural (lactose) e produzem ácido lático, que faz coagular a proteína do leite, dando ao iogurte uma consistência cremosa. A acidez também é responsável por impedir a ação das bactérias “ruins”. Finalizado o processo, o iogurte pode ter validade de até dois meses quando armazenado em recipiente fechado na geladeira.
Streptococcus thermophilus e lactobacillus bulgaricus são as duas bactérias mais importantes na produção do iogurte. Outras também podem ser adicionadas para modificar o sabor, a consistência ou os valores nutritivos. É o caso dos lactobacillus acidophilus e bifidus (que contribuem para o bom funcionamento do sistema digestivo) e do lactobacillus casei (que fortalece o sistema imunológico).
Na cozinha
O iogurte é um ótimo substituto para o creme de leite e pode ser usado na preparação de batatas assadas, sopas cremosas e molhos.
Cuidado: o iogurte pode talhar a altas temperaturas (ou seja, decompor-se em soro e partes sólidas). Para que isso não aconteça, utilize-o em temperatura ambiente e não deixe ferver ao aquecer. Os iogurtes feitos com leite de cabra e ovelha, porém, tentem a manter as propriedades durante o cozimento.
Como escolher?
Prefira as marcas com culturas vivas, ou seja, cujas bactérias não foram destruídas no processo de pasteurização. Essas culturas de bactérias “boas” são algumas vezes chamadas “probióticas”. Podem ajudar na digestão, fortalecer o sistema imunológico e ser utilizadas no tratamento de problemas do aparelho digestivo, como a diarreia, embora poucas pesquisas tenham sido realizadas nessa área. Evite produtos com adição de amido, gelatina ou tapioca. O iogurte deve engrossar naturalmente durante o processo de fermentação.
FONTE: Vigilantes do Peso.
Entenda o processo de fabricação e aprenda a escolher e preparar receitas saudáveis com esse ingrediente prático e delicioso.
Com certeza, você sabe exatamente onde comprar. O que mais sabe sobre iogurte? Já deve ter ouvido falar que faz bem, mas sabe mesmo como aproveitar o que ele tem de melhor?
O que é? De onde veio?
Basicamente, o iogurte é um produto fermentado do leite. É provável que tenha nascido na Ásia, mas os primeiros registros escritos do seu consumo foram feitos na Turquia, em 1070 d.C.
Tipos
Os iogurtes podem ser feitos com diferentes tipos de leite: de vaca, cabra, ovelha, búfalo ou camelo, entre outros.
Nossa legislação os classifica quanto ao teor de matéria gorda da seguinte forma:
• Integrais: matéria gorda mínima de 3g/100g;
• Semidesnatados: matéria gorda máxima de 2,9g/100g;
• Desnatados: matéria gorda máxima de 0,5g/100g.
Como é feito?
A maioria dos iogurtes é feita por meio de um processo antigo que transfere para o produto em fabricação bactérias de outros lotes em fase mais avançada de cultura. Durante a etapa de fermentação, as bactérias consomem o açúcar natural (lactose) e produzem ácido lático, que faz coagular a proteína do leite, dando ao iogurte uma consistência cremosa. A acidez também é responsável por impedir a ação das bactérias “ruins”. Finalizado o processo, o iogurte pode ter validade de até dois meses quando armazenado em recipiente fechado na geladeira.
Streptococcus thermophilus e lactobacillus bulgaricus são as duas bactérias mais importantes na produção do iogurte. Outras também podem ser adicionadas para modificar o sabor, a consistência ou os valores nutritivos. É o caso dos lactobacillus acidophilus e bifidus (que contribuem para o bom funcionamento do sistema digestivo) e do lactobacillus casei (que fortalece o sistema imunológico).
Na cozinha
O iogurte é um ótimo substituto para o creme de leite e pode ser usado na preparação de batatas assadas, sopas cremosas e molhos.
Cuidado: o iogurte pode talhar a altas temperaturas (ou seja, decompor-se em soro e partes sólidas). Para que isso não aconteça, utilize-o em temperatura ambiente e não deixe ferver ao aquecer. Os iogurtes feitos com leite de cabra e ovelha, porém, tentem a manter as propriedades durante o cozimento.
Como escolher?
Prefira as marcas com culturas vivas, ou seja, cujas bactérias não foram destruídas no processo de pasteurização. Essas culturas de bactérias “boas” são algumas vezes chamadas “probióticas”. Podem ajudar na digestão, fortalecer o sistema imunológico e ser utilizadas no tratamento de problemas do aparelho digestivo, como a diarreia, embora poucas pesquisas tenham sido realizadas nessa área. Evite produtos com adição de amido, gelatina ou tapioca. O iogurte deve engrossar naturalmente durante o processo de fermentação.
FONTE: Vigilantes do Peso.
Mitos e Verdades sobre depilação com cera quente
Muito se fala sobre os benefícios e também sobre certos efeitos indesejáveis causados pela depilação com cera quente, mas nem sempre as afirmações que se ouvem por aí são verdadeiras. A esteticista Regina Jordão conta que já ouviu muita lenda em afirmações sobre depilação, como: "depilação com cera quente causa flacidez na pele", ou: "a temperatura quente pode romper vasinhos das pernas" e, ao mesmo tempo, também se preocupa com mulheres que não tomam certos cuidados antes de realizar a depilação, por não acreditarem em outras afirmações totalmente verdadeiras.
"Tomar sol sem proteção solar após a depilação pode, sim, manchar a pele e não é recomendável depilar qualquer parte do corpo antes de, no mínimo, 28 dias da depilação anterior. Muita gente não sabe o que é verdade ou não sobre a depilação com cera e acaba confundindo crença popular com cuidados importantes", afirma Regina.
Para acabar de vez com as dúvidas e saber exatamente o que é verdadeiro ou não, ela preparou uma lista de mitos e verdades sobre a depilação, com explicações para cada afirmação popular:
A cera quente faz os vasinhos das pernas se romperem e pode causar varizes.
Mito. A cera quente ao ser aplicada tem ação superficial. As veias ou micro vasos ficam localizados muito abaixo da hipoderme, onde os efeitos da cera não podem chegar.
A cera quente aplicada com muita freqüência pode causar flacidez, principalmente em regiões onde a pele é mais fina, como abaixo da sombrancelha e buço.
Mito. Nem somente o calor, sem o movimento de "puxar a cera" altera o tônus da pele. Este estímulo é apenas superficial. A flacidez é causada pelo enfraquecimento das fibras de colágeno e elastina, que não são atingidas durante o processo de depilação. Quem quer driblar o problema da flacidez precisa evitar o sol e as lâmpadas infra-vermelhas, principalmente nas pálpebras, pois a exposição excessiva à radiação causa prejuízo às fibras colágenas e elásticas que sustentam a pele.
Quem tem problemas de alergias na pele não pode fazer depilação com cera quente.
Mito. Primeiro é preciso avaliar quais são os produtos e componentes causadores da alergia.
A depilação com cera quente pode manchar ou escurecer a pele.
Verdade. As manchas escuras podem aparecer caso haja exposição ao sol sem o uso do protetor solar após a depilação ou se a cera quente for aplicada sobre algum tipo de lesão. A cera depilatória tira a camada de proteção da pele, deixando-a mais exposta e vulnerável.
A depilação com a cera quente dói menos do que com a cera fria.
Verdade. A cera quente atua como relaxante sobre a pele, dilatando os poros, o que facilita a retirada do pêlo com mais facilidade e menos dor.
A reutilização da cera não traz problemas de pele, pois ela é fervida novamente em altas temperaturas, matando qualquer tipo de bactéria.
Mito: Reutilizar cera depilatória, utilizando o processo de fervura, não mata bactérias mais resistentes.
Não se deve fazer nova depilação com cera em menos de 1 mês da depilação anterior.
Verdade. A pele leva, em média, 28 dias para se recompor após a utilização de cera depilatória, que retira a camada córnea da pele, deixando-a desprotegida.
A depilação com cera quente encrava mais pêlos do que qualquer outra depilação.
Verdade. A cera quente retira melhor os pêlos, deixando-os cada vez mais fracos. Ao nascerem novamente, se os pêlos encontrarem uma pele desidratada, áspera e seca, terão dificuldade para rompê-la e, com isso, irão encravar. Já em depilações com lâmina de barbear, isso é pouco comum, pois o pêlo raspado nasce pontiagudo e consegue perfurar a pele mesmo quando ela está seca e áspera.
É aconselhável que as gestantes de 9 meses de gravidez realizem a depilação íntima completa (tricotomia) para agilizar os preparativos do parto.
Verdade. Este procedimento realmente ajuda a facilitar os preparativos do parto, porém é recomendável que a depilação seja feita, paulatinamente, a partir do 5º mês de gestação, para evitar a sensibilidade maior que as mulheres apresentam no 9º mês de gestação.
A depilação com cera quente faz os pêlos crescerem mais depressa do que a depilação com cera fria.
Mito. Toda depilação realizada com a retirada dos pêlos pela raiz faz com que os pêlos levem, em média, de 20 a 25 dias para crescer novamente.
Depilações em áreas íntimas tiram a proteção que os pêlos dão às mucosas, causando coceira quando os pêlos começam a crescer.
Mito. Quando os pêlos são retirados com cera quente e pela raiz, nascem mais finos e a depilação não causa coceira ou qualquer irritação. O mesmo não acontece quando a depilação é feita com lâmina de barbear, já que os pêlos engrossam e, ao romperem a pele, podem irritá-la.
Depois que a depilação com cera é realizada, não se deve utilizar a pinça para a retirada de pêlos que sobraram, pois isso faz com que eles fiquem mais fortes quando nascerem.
Mito. Os pêlos que resistem à depilação devem ser retirados com pinça para acabamento do trabalho realizado. Na depilação com cera quente, a pele fica relaxada e os poros dilatados, fazendo com que os pêlos fiquem praticamente desprendidos de sua raiz, facilitando a extração.
É sempre bom intercalar uma depilação com cera e uma depilação com aparelho de barbear, para não irritar muito a pele.
Mito. A depilação com cera quente não irrita a pele. Este procedimento só deve ser adotado em casos graves de pêlos encravados. Aí sim, a lâmina vai esfoliar a pele, soltar os pêlos encravados e deixá-los pontiagudos, facilitando a saída da pele quando crescer.
A cera quente é mais indicada no inverno, pois as altas temperaturas do verão contribuem para aumentar ainda mais a temperatura da cera, causando vermelhidão na pele.
Mito. A temperatura da cera é a mesma no inverno ou no verão. A temperatura interna de cada pessoa é que muda conforme o clima ou temperatura externa, tornando a cera mais suportável ou não.
Regina Jordão
Esteticista e proprietária da rede de franquias de instituto de depilação Pello Menos com unidades no Rio de Janeiro e São Paulo.
Fonte: Beleza Estetica.com
"Tomar sol sem proteção solar após a depilação pode, sim, manchar a pele e não é recomendável depilar qualquer parte do corpo antes de, no mínimo, 28 dias da depilação anterior. Muita gente não sabe o que é verdade ou não sobre a depilação com cera e acaba confundindo crença popular com cuidados importantes", afirma Regina.
Para acabar de vez com as dúvidas e saber exatamente o que é verdadeiro ou não, ela preparou uma lista de mitos e verdades sobre a depilação, com explicações para cada afirmação popular:
A cera quente faz os vasinhos das pernas se romperem e pode causar varizes.
Mito. A cera quente ao ser aplicada tem ação superficial. As veias ou micro vasos ficam localizados muito abaixo da hipoderme, onde os efeitos da cera não podem chegar.
A cera quente aplicada com muita freqüência pode causar flacidez, principalmente em regiões onde a pele é mais fina, como abaixo da sombrancelha e buço.
Mito. Nem somente o calor, sem o movimento de "puxar a cera" altera o tônus da pele. Este estímulo é apenas superficial. A flacidez é causada pelo enfraquecimento das fibras de colágeno e elastina, que não são atingidas durante o processo de depilação. Quem quer driblar o problema da flacidez precisa evitar o sol e as lâmpadas infra-vermelhas, principalmente nas pálpebras, pois a exposição excessiva à radiação causa prejuízo às fibras colágenas e elásticas que sustentam a pele.
Quem tem problemas de alergias na pele não pode fazer depilação com cera quente.
Mito. Primeiro é preciso avaliar quais são os produtos e componentes causadores da alergia.
A depilação com cera quente pode manchar ou escurecer a pele.
Verdade. As manchas escuras podem aparecer caso haja exposição ao sol sem o uso do protetor solar após a depilação ou se a cera quente for aplicada sobre algum tipo de lesão. A cera depilatória tira a camada de proteção da pele, deixando-a mais exposta e vulnerável.
A depilação com a cera quente dói menos do que com a cera fria.
Verdade. A cera quente atua como relaxante sobre a pele, dilatando os poros, o que facilita a retirada do pêlo com mais facilidade e menos dor.
A reutilização da cera não traz problemas de pele, pois ela é fervida novamente em altas temperaturas, matando qualquer tipo de bactéria.
Mito: Reutilizar cera depilatória, utilizando o processo de fervura, não mata bactérias mais resistentes.
Não se deve fazer nova depilação com cera em menos de 1 mês da depilação anterior.
Verdade. A pele leva, em média, 28 dias para se recompor após a utilização de cera depilatória, que retira a camada córnea da pele, deixando-a desprotegida.
A depilação com cera quente encrava mais pêlos do que qualquer outra depilação.
Verdade. A cera quente retira melhor os pêlos, deixando-os cada vez mais fracos. Ao nascerem novamente, se os pêlos encontrarem uma pele desidratada, áspera e seca, terão dificuldade para rompê-la e, com isso, irão encravar. Já em depilações com lâmina de barbear, isso é pouco comum, pois o pêlo raspado nasce pontiagudo e consegue perfurar a pele mesmo quando ela está seca e áspera.
É aconselhável que as gestantes de 9 meses de gravidez realizem a depilação íntima completa (tricotomia) para agilizar os preparativos do parto.
Verdade. Este procedimento realmente ajuda a facilitar os preparativos do parto, porém é recomendável que a depilação seja feita, paulatinamente, a partir do 5º mês de gestação, para evitar a sensibilidade maior que as mulheres apresentam no 9º mês de gestação.
A depilação com cera quente faz os pêlos crescerem mais depressa do que a depilação com cera fria.
Mito. Toda depilação realizada com a retirada dos pêlos pela raiz faz com que os pêlos levem, em média, de 20 a 25 dias para crescer novamente.
Depilações em áreas íntimas tiram a proteção que os pêlos dão às mucosas, causando coceira quando os pêlos começam a crescer.
Mito. Quando os pêlos são retirados com cera quente e pela raiz, nascem mais finos e a depilação não causa coceira ou qualquer irritação. O mesmo não acontece quando a depilação é feita com lâmina de barbear, já que os pêlos engrossam e, ao romperem a pele, podem irritá-la.
Depois que a depilação com cera é realizada, não se deve utilizar a pinça para a retirada de pêlos que sobraram, pois isso faz com que eles fiquem mais fortes quando nascerem.
Mito. Os pêlos que resistem à depilação devem ser retirados com pinça para acabamento do trabalho realizado. Na depilação com cera quente, a pele fica relaxada e os poros dilatados, fazendo com que os pêlos fiquem praticamente desprendidos de sua raiz, facilitando a extração.
É sempre bom intercalar uma depilação com cera e uma depilação com aparelho de barbear, para não irritar muito a pele.
Mito. A depilação com cera quente não irrita a pele. Este procedimento só deve ser adotado em casos graves de pêlos encravados. Aí sim, a lâmina vai esfoliar a pele, soltar os pêlos encravados e deixá-los pontiagudos, facilitando a saída da pele quando crescer.
A cera quente é mais indicada no inverno, pois as altas temperaturas do verão contribuem para aumentar ainda mais a temperatura da cera, causando vermelhidão na pele.
Mito. A temperatura da cera é a mesma no inverno ou no verão. A temperatura interna de cada pessoa é que muda conforme o clima ou temperatura externa, tornando a cera mais suportável ou não.
Regina Jordão
Esteticista e proprietária da rede de franquias de instituto de depilação Pello Menos com unidades no Rio de Janeiro e São Paulo.
Fonte: Beleza Estetica.com
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